Tempo Instável – Jukebox
PS: Depois do "quase-infarto" de ter me visto (lido) pela primeira vez nos blogs dos grandiosos Mário Bortolotto e do Márcio Américo; novamente me emocionei com mais um "quase-infarto" quando fui me deleitar no blog do grandioso Pierre que disse:

Brothers e/ou Bloggers:
[Txt furtado do blog do Pierre]

O Kim é um cronista invejável, seus relatos estão cada vez mais detalhistas e bem humorados; E eu estou sempre lá no blog, com meus coments idiotas;
+ Há um tempo atrás linkei aqui nessa pocilga amarela o Mr. MaicknucleaR, que conheci através do blog do Bluesman Bortolotto (quem não foi ao CCSP, perdeu a versão belíssima da música título do post). O Maick escreve bem pra caraio, é outra ilha de boa literatura, num ciberespaço cheio de lixo;
+ Outro recém linkado é o Thiago Pinheiro; Ele já teve lá suas aventuras com o Kim e o Edinho. Descubra tudo acessando o blog dele; Colaborem, porque o cara sempre reclama que ninguém lê;
+ Outra coisa. Meu fim de semana foi salvo por um bom papo com o Pinduca, a Dani, o Montenegro, a Marisa, o Marquinhos, entre muitos outros, durante a madrugada da tal “Virada Paulista”;
+ No domingo terrível, fui salvo pela onipresente Sandra; Minha melhor companhia, desde 1993.
= Sou um cara sortudo.
Escrito por masatoyk às 11h03

Link do Pierre:
jukebox-songs-stories.zip.net/
hey.. tem 2 post's inéditos abaixo... rsrs.
Solitário habitat
O vulto cabisbaixo diz:
O telefone não toca e não tenho pra quem ligar,
Cartas não chegam e não tenho para quem escrever,
Não recebo e-mails e não tenho para quem enviar,
Olho, olho, olho e sei que ninguém eu vou ver.

Ando pelos tristes cômodos e nem assombração me acompanha,
Preparo o jantar e uma antiga musica lenta,
Enquanto a outra cabeceira da mesa está (e vive) vazia...
Vejo meu triste coração cheio de teias de aranha,
Através de uma janela onde a solidão habita.
Emaranhado de idéias
A estrada da língua diz:
Perco-me nas ruas desta megalópole cheia de esquinas e ruas sem nome ou CEP, casas sem números, avenidas de palavras sem placa, preferenciais sem preferência de assuntos, canteiros centrais de conversas em linha reta que são cortadas por um cruzamento de conversas insípidas, porém agradáveis. Via expressa de loquacidade saltitante, acostamentos silenciosos, beberrões de sopas de letrinhas e calçadas esburacadas por erros de acentuação, enfim, ruas de neurônios que formam um emaranhado de idéias fúteis.