Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi

“O Novo Picasso” é o manifesto sonoro de MaicknucleaR: rap, dub e reggae com estética lowrider e poesia urbana nascida na Zona Norte de SP

 O Novo Picasso (Dub Mariachi) – Clipe de MaicknucleaR em São Paulo

Se você abrir meu crânio, não vai encontrar silêncio.

Vai encontrar uma enciclopédia em combustão.

“O Novo Picasso” não é só um clipe. É um manifesto audiovisual.
É o Parque Edu Chaves falando com o mundo. Zona Norte de São Paulo exportando poesia urbana com sotaque de rua e estética californiana.

Eu ligo no 220 volts.
Não sou Luciano Pavarotti.
Mas também não vim pra ser tenor — vim pra ser terremoto.


🎨 Novo Picasso? Novo Rembrandt?

Quando a letra diz:

“Eu sou o novo Picasso, novo Rembrandt
Nem Freud me explica…”

Não é ego.
É provocação estética.

Pablo Picasso rompeu forma.
Rembrandt brincou com luz e sombra.
Sigmund Freud tentou decifrar o inconsciente.

Aqui, o inconsciente vem de becos, muros e curtos-circuitos líricos.

É rap, é dub, é reggae, é ska, é lowrider culture.
É beat que fertiliza neurônio pra não apodrecer.


🌎 Da Zona Norte para Long Beach (sem visto)

A estética do clipe conversa com:

  • Cultura lowrider

  • Skate

  • Surf

  • Tattoo

  • Streetwear

  • Soundsystem

É Los Angeles encontrando Long Beach — mas com CPF brasileiro.

Tem influência de bandas como Sublime e Long Beach Dub Allstars, mas com identidade própria.
Não é cópia. É mutação genética cultural.


🎧 Ficha Técnica

Produção: MaicknucleaR
Letras, voz, guitarras, baixo e beats: MaicknucleaR
Scratchs: Dj Reggi

Projeto: Dub Mariachi

Letra completa:

 https://www.letras.mus.br/dub-mariachi/o-novo-picasso/

https://maicknuclear.wixsite.com/dubmariachi


🧠 Conceito

“O Novo Picasso” é sobre identidade.

É ser:

  • Cético, mas não sectário

  • Impetuoso, mas lúcido

  • Cientista louco e poeta de esquina

É a caixa da sua razão sendo jogada na privada.
É abrir a percepção à força.

É radioatividade cultural.


🔥 Independência Real

Esse não é produto moldado por algoritmo.
É som independente, feito na raça.

Underground de verdade.
Sem glamour fake.
Sem playboy de estúdio.


🔎 Palavras-chave 

  • Dub Mariachi clipe

  • reggae rap São Paulo

  • hip hop underground brasileiro

  • cultura lowrider Brasil

  • rap Zona Norte SP

  • música independente brasileira

  • reggae nacional alternativo

  • skate surf reggae Brasil

  • artista independente São Paulo

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Sobre Tudo O Que Restou De Mim: O Novo Livro de MaicknucleaR (Continuação Anos Depois?)

Desde que lancei Dançando Valsa nos Salões do Inferno em 2007, minha mente nunca saiu dessa cadência visceral que você já conhece. Agora, quase 19 anos depois, tô começando uma nova viagem autoral chamada Sobre Tudo O Que Restou De Mim — meio continuação, muitos anos depois, meio um salto direto no abismo.

MaicknucleaR-Novo-Livro
Será que esse livro realmente sai? Ou vai ficar só como sussurro na madrugada?

Ainda não sei. Mas tô aqui, escrevendo, sentindo, sangrando de novo. O mesmo MaicknucleaR cru, sem filtro, sem pose. Só que agora com mais cicatriz, mais peso, mais resto.

E tem mais: já tem capa. Baseada em personagens reais do novo relato. Não é ilustração bonitinha. É rosto, é carne, é o que sobrou.

#MaicknucleaR #SobreTudoOQueRestouDeMim #DançandoValsaNosSalõesDoInferno #LiteraturaVisceral #NovoProjeto2026 #LiteraturaBrasileiraUnderground

Otra Vida Bike Show 2025 em São Paulo: Dub Mariachi no Palco da Cultura Lowrider

 Nos dias 8 e 9 de novembro de 2025, o Otra Vida Bike Show 2025, em sua 6ª edição, transformou o Complexo Cultural Funarte, em Campos Elíseos – São Paulo, em um verdadeiro templo da cultura urbana. E eu digo isso com o coração cheio: foi uma honra imensa participar desse evento com o meu Projeto Dub Mariachi.

MaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike Show

📍 O Palco: Complexo Cultural Funarte – SP

O evento aconteceu na Complexo Cultural Funarte, localizada na Alameda Nothmann, 1058. Um espaço que respira arte, diversidade e resistência cultural — cenário perfeito para um encontro que celebra customização, música e identidade urbana.


Foram cerca de 40 bikes e carros personalizados — Lowrider Original, Pedal Car, Trike — competições com premiações, espaço kids e shows de hip hop, funk e soul.

Tudo idealizado por Alemão Otra Vida (e seu filho Marquinho, que nos convidou) consolidando o evento como um dos principais encontros da cena urbana paulistana.


🔊 Dub Mariachi no Otra Vida Bike Show 2025 – 08 de Novembro

MaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike Show

No sábado, dia 08, o palco recebeu o Dub Mariachi com sua assinatura sonora inconfundível:

Street Reggae + Rap Underground + Dark Blues + Dark Country

O Dub Mariachi é um projeto musical brasileiro que funde:

  • 🌆 Street reggae com pegada urbana

  • 🎤 Rap underground com beats densos

  • 🎸 Dark blues carregado de alma

  • 🤠 Dark country com estética alternativa

Reggae de rua + rap beats + blues sombrio + country sujo.
Vibração positiva com letra filosófica pesada, embalada como diversão.

O som traz influência do reggae californiano, hip hop consciente, blues obscuro e country alternativo. O resultado? Uma experiência sonora que diverte enquanto provoca reflexão. Letras existenciais, poesia urbana fluida e uma estética que conversa diretamente com quem vive a cidade de verdade.

No contexto do Otra Vida Bike Show 2025, essa fusão dialogou perfeitamente com o espírito do evento: customização, identidade e expressão artística sem rótulos.


🎛️ Produção e Formação no Palco

MaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike Show

O projeto é idealizado por MaicknucleaR (eu kkk), responsável por:

  • Todas as composições

  • Voz principal

  • Criação das batidas

  • Guitarras e letras

  • Grande parte das linhas de baixo

  • Produção experimental dos álbuns

No palco da Funarte, a formação contou com:

  • MaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi

  • 🎤 MaicknucleaR

  • 🎶 Toni Trouble, nos backings e participações

  • 🎧 Dj Reggi, comandando as pickups

Foi uma apresentação intensa, com graves pulsando no peito, guitarras densas e uma atmosfera sonora que preencheu o espaço da Funarte com personalidade própria.


🌐 Sobre o Dub Mariachi

O repertório lírico percorre desde situações cotidianas até reflexões profundas sobre o universo humano. É música urbana com camada filosófica — sem perder o groove.

Para conhecer mais sobre o projeto:
🔗 https://maicknuclear.wixsite.com/dubmariachi

MaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike ShowMaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike Show

Participar da 6ª edição do Otra Vida Bike Show 2025 em São Paulo foi uma experiência marcante. Dividir esse espaço com a cena lowrider e com o público da cultura urbana fortalece o propósito do Dub Mariachi: criar som com identidade, conceito e presença - gratidão também ao Cauê - Positive Foundation.


MaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike ShowMaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike Show
MaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike ShowMaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike Show

MaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike ShowMaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike Show

MaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike ShowMaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike Show
MaicknucleaR e seu Projeto Dub Mariachi no OtraVida Bike Show

Nos vemos no próximo palco. 🔥🎶

Dub Mariachi de MaicknucleaR agora no Spotify – Street Reggae Rap Country que você precisa ouvir



O Dub Mariachi, projeto musical visceral e híbrido criado por MaicknucleaR — onde street reggae, rap underground, dark blues e country sujo se abraçam em vibes que nem São Paulo viu antes — está disponível no Spotify. Com letras que são poesia crua e batidas que escavam a alma, esse som é perfeito pra quem curte trilhas que mexem com sentimento e pensamento ao mesmo tempo. Ouça, se localize na batida e deixe o groove do Dub Mariachi te levar por paisagens sonoras inexploradas.

Se quiser, posso sugerir variações de título com mais palavra-chave ou um call-to-action maior

6ª Exposição da Cultura Lowrider em Atibaia (SP) | Viva Zapata Restaurante Mexicano 2025

 6ª Exposição da Cultura Lowrider movimenta Atibaia (SP) no Viva Zapata Restaurante Mexicano

A 6ª Exposição da Cultura Lowrider reuniu carros, bikes, arte e atitude no dia 04 de maio de 2025, no tradicional Viva Zapata Restaurante Mexicano, em Atibaia (SP).

O evento consolidou mais uma vez a força da cultura lowrider no Brasil, conectando estética automotiva, identidade urbana e expressão cultural em um único espaço.


🚗 Cultura Lowrider: estilo, resistência e identidade

A cultura lowrider nasceu nos Estados Unidos como expressão de identidade e orgulho latino, especialmente na Califórnia, e se expandiu pelo mundo como símbolo de customização automotiva, pertencimento e arte sobre rodas.

No Brasil, o movimento cresce ano após ano — e eventos como a Exposição em Atibaia mostram que São Paulo segue como um dos principais polos dessa cena.

Carros meticulosamente customizados, pintura artística, hidráulica, bikes lowrider e a vibração da comunidade transformaram o espaço do Viva Zapata em um verdadeiro palco da cultura urbana.


🎥 Produção audiovisual

O registro audiovisual do evento ficou por conta de MaicknucleaR, responsável pela filmagem e edição.

A trilha sonora “Firuran – Dub Mariachi” trouxe a atmosfera perfeita, misturando vibração latina com identidade alternativa — alinhando estética sonora com o espírito da exposição.


📍 Por que Atibaia se tornou palco da Cultura Lowrider?

Atibaia, localizada no interior de São Paulo, tem se mostrado um espaço estratégico para eventos culturais independentes. A escolha do Viva Zapata Restaurante Mexicano como cenário reforça a conexão simbólica entre a cultura latina e o movimento lowrider.

Ambiente temático, arquitetura marcante e atmosfera vibrante criaram o cenário ideal para a exposição.


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Encontro da Cultura Lowrider – Praça Charles Miller SP | 08 Dez 2024

 No dia 08 de dezembro de 2024, a Praça Charles Miller, no bairro do Pacaembu, em São Paulo‑SP, foi palco de um encontro pra lá de especial da cultura Lowrider — um movimento que mistura estilo urbano, personalização automotiva, arte e lifestyle diretamente inspirado nos clássicos carros e bicicletas rebaixados com suspensão hidráulica.

Esse encontro aconteceu ao ar livre, reunindo entusiastas e projetos customizados de lowriders — tanto low bikes quanto low riders (carros rebaixados que fazem parte de uma tradição de personalização iniciada nos Estados Unidos e que conquistou adeptos no Brasil).

🌆 A Praça Charles Miller é um dos espaços públicos mais conhecidos da Zona Oeste de São Paulo, frequentemente utilizada para eventos culturais, gastronômicos e de rua, reunindo público diverso em atividades gratuitas ao longo do ano.

👉 O encontro da cultura Lowrider em dezembro integrava pessoas apaixonadas por carros e bicicletas customizadas, celebrando a estética low and slow, rodas pequenas, cores vibrantes, cromados e atitude única.

📽️ Filmagem e edição: MaicknucleaR
🎧 Trilha sonora: Andando Baixo – Dub Mariachi

Esse tipo de evento promove um espaço de convivência e conexão entre amantes do universo automotivo alternativo, num dos pontos mais emblemáticos de São Paulo.

Otra Vida Bike Show 2024 | 5ª Edição em Mogi das Cruzes

Otra Vida Bike Show – 5ª Edição em Mogi das Cruzes

No dia 10 de novembro de 2024, o Ginásio Tuta, em Mogi das Cruzes-SP, foi palco de uma experiência única para os amantes da cultura automotiva e chicana: a 5ª Edição do Otra Vida Bike Show. Um evento que vai muito além da exposição de veículos, proporcionando uma imersão completa na vibe low bike e low rider.

Com atrações para todos os gostos, o Otra Vida Bike Show trouxe:

  • Exposições de Low Bikes e Low Riders – modelos customizados, clássicos e modernos, com atenção aos mínimos detalhes.

  • Premiações em diversas categorias – reconhecimento para quem coloca paixão em cada detalhe da sua máquina.

  • Shows ao vivo – música e energia na medida certa para acompanhar o evento.

  • Praça de alimentação – aquele rolê completo, pra ninguém ficar na fome.

A edição de 2024 reforça a tradição do Otra Vida Bike Show de unir cultura, arte urbana e paixão sobre duas rodas. Cada bike, cada low rider, cada detalhe conta uma história, e o evento é o espaço perfeito pra quem vive essa cultura intensamente.

📽 Edição e Filmagem: @maicknuclear


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Jornal Futura – Terrorismo Poético 4 — Intervenções Artísticas Urbanas (Jornal Futura, 2014): Arte no Espaço Público

 Terrorismo Poético 4 integra a série Intervenções Artísticas Urbanas, matéria exibida em 2014 pelo Jornal Futura, conversa cm MaicknucleaRsobre sua série de vídeos cuja proposta geral é registrar e discutir formas de arte urbana e intervenções no espaço público que rompem com a rotina e provocam reflexão crítica no público.

A intervenção urbana é um campo artístico que se destaca por ocupar ambientes urbanos com performances, instalações, grafites, ações poéticas ou expressivas que mudam a percepção do espectador sobre o cotidiano. Ela desafia a ideia de arte restrita a museus e galerias, democratizando sua presença nas ruas, praças e locais públicos.

No contexto mais amplo, esse tipo de ação busca questionar normas sociais, provocar diálogos e criar momentos de estranhamento na vida urbana — muitas vezes com toques de humor, ironia ou performances performáticas que atravessam o limite entre o comum e o subversivo.

O episódio Terrorismo Poético 4 segue essa linha conceitual ao apresentar ações artísticas performativas no urbano, com elenco de performers e narrativas que brincam com elementos cômicos e sérios para instigar o olhar do espectador sobre sua própria rotina e o uso do espaço público. A peça incorpora música, composição estética e reflexão crítica, aproximando o público de uma experiência sensorial que vai além da arte convencional e se enraíza na poética urbana e na ação provocadora em ambientes compartilhados.

Esse tipo de produção está inserido em um movimento cultural mais amplo que reconhece a cidade como palco artístico vivo, onde a arte intervém não apenas para embelezar, mas para questionar, interpelar e provocar diálogo social com quem passa por seus caminhos cotidianos.

📺 Assista ao vídeo completo aqui: https://youtu.be/IGe4rgpumF0

SÃO PAULO NOISE CITY: Intervenção Urbana e Noise Art no Coração da Cidade

SÃO PAULO NOISE CITY é um filme brasileiro de média metragem que transforma a cidade em palco, ruído em linguagem e intervenção urbana em manifesto.

Com 18 minutos de duração, o filme mergulha na estética do noise e da performance sonora em espaços públicos de grande circulação na cidade de São Paulo. Aqui, não há cenário isolado. A própria cidade é o cenário — viva, intensa, imprevisível.


Intervenção Urbana Como Linguagem Artística

O projeto consiste em performances realizadas com guitarra e amplificador ligados a um gerador a gasolina, ocupando dezenas de locais de alto fluxo de pessoas pela capital paulista.

A proposta rompe com a lógica tradicional de espetáculo.
Não há palco.
Não há plateia formal.
Há fricção.

O ruído não é acidente — é discurso.


Noise, Cidade e Confronto Sonoro

Inserido no campo da arte experimental e da performance urbana, o filme tensiona a relação entre espaço público e expressão artística.

São Paulo, conhecida por seu excesso de estímulos visuais e sonoros, torna-se território de amplificação crítica. O gerador a gasolina simboliza autonomia e deslocamento: a energia não vem do sistema, vem da própria ação.

O resultado é uma obra que dialoga com:

  • cinema independente brasileiro

  • arte sonora experimental

  • performance urbana contemporânea

  • ocupação artística do espaço público

  • cultura alternativa em São Paulo


Direção, Produção e Concepção

SÃO PAULO NOISE CITY reúne artistas que transitam entre cinema, música e intervenção cultural:

  • Direção: Renato Gimenez e MaicknucleaR

  • Câmera e edição: MaicknucleaR

  • Idealização e performance: Renato Gimenez

  • Distribuição: Sinfonia de Cães / Fronteira Filmes

  • Duração: 18 minutos

A colaboração consolida um projeto que vai além do registro documental. O filme não apenas mostra a intervenção — ele é a intervenção.


Cinema Independente e Resistência Cultural

Num contexto em que o audiovisual muitas vezes depende de grandes estruturas e financiamentos robustos, SÃO PAULO NOISE CITY assume uma estética direta, crua e autoral.

A obra reforça a potência do cinema independente brasileiro como ferramenta de ocupação simbólica da cidade e de questionamento sobre os limites entre arte, ruído e cotidiano.

Mais do que um filme sobre barulho, trata-se de uma investigação sobre presença, território e liberdade criativa.



🔎 Palavras-chave secundárias

  • intervenção urbana em São Paulo

  • cinema independente brasileiro

  • arte sonora experimental

  • filme sobre noise

  • performance urbana Brasil

  • Renato Gimenez

  • MaicknucleaR

  • audiovisual alternativo

MaicknucleaR Finalmente Revela “DESCALÇO” – O Curta Que a Loucura da Urbe Quase Engoliu

MaicknucleaR Desenterra “DESCALÇO” – O Curta Que a Urbe Quase Devorou Vivo

MaicknucleaR solta finalmente DESCALÇO, o curta que a loucura de São Paulo e a rotina que estraçalha a alma quase enterraram. Um escritor em crise acorda com fetiche suicida depois de um sonho e arrasta a namorada pro mesmo inferno. Direção, foto, edição e produção: MaicknucleaR. Sangue puro. Vem sentir o corte.
Fiz esse curta chamado DESCALÇO há uns meses e a loucura da urbe, misturad com a rotina que esmaga o crânio todo santo dia, me fez esquecer de mostrar pra vocês, meus cosmopólitos.

Produção 100% MaicknucleaR Empreendimentos. Sem dinheiro, sem ajuda, sem misericórdia.

Sinopse sem escapatória: Piva é um escritor em crise que já não aguenta mais a própria cabeça. Depois de um sonho que parece facada, ele acorda com um fetiche suicida que não larga. O negócio não fica só nele. A namorada é puxada pro mesmo buraco e a relação desaba num rumo tão doentio que até eu fiquei com nojo enquanto editava.

Ficha técnica (sem firula):

  • Direção: MaicknucleaR
  • Roteiro: Flávio Matos
  • Elenco: Miyuki Aoyama e Flávio Matos
  • Fotografia, produção, arte e edição: MaicknucleaR
  • Assistente de arte e produção: Miyuki Aoyama

É cru pra caralho. É desconfortável pra porra. É o tipo de curta que parece que alguém abriu a veia e filmou o sangue escorrendo (mas não é trash). Mas se você aguenta literatura visceral virando imagem, crise que devora vivo, amor que vira fim e cinema independente sem anestesia… então desce o play.

O link tá logo abaixo.

Assiste. Respira (se conseguir). E volta aqui pra vomitar nos comentários: Qual cena te rasgou? Ou só quer mandar um “caralho, Maick”?

Tô aqui, descalço no meio dos cacos, lendo cada palavra.


#DESCALÇO #MaicknucleaR #CinemaVisceral #CurtaMetragemPesado #EscritorEmCrise #FeticheSuicida #CinemaUndergroundSP #LiteraturaQueDói #MaicknuclearEmpreendimentos #SemFiltro

📌 Palavras-chave principais

  • descalço maicknuclear
  • curta metragem maicknuclear
  • cinema visceral maicknuclear
  • escritor em crise suicida
  • fetiche suicida curta
  • cinema underground são paulo
  • maicknuclear empreendimentos
  • filme independente pesado
  • literatura virando pesadelo
  • miyuki aoyama flávio matos

Granada sem pino 2

Gosto de pessoas que discordam, mas que discordam me trazendo um aspecto diferente de conjectura. De gente que faz minha mente bugar por vários dias até eu conseguir desenvolver um raciocínio sobre.  Ou seja: gosto de utopia, de semi-impossibilidades. Geralmente as pessoas que discordam de algum ponto que proponho, são pessoas que repetem repetições de assuntos e pontos de vista tão usuais que me dão sono e até pena (aí em geral deixo a pessoa falar e mudo de assunto). E percebo que quando discordo, trago uma informação diferente ou outro ponto de vista, as pessoas sentem ódio, pois na cabecinha delas, qualquer coisa que fuja uma nesga de suas “caixas-cavernas” é visto como afrontas sacrílegas. É como o velho caso de eu dizer algo, aí o povo ou ri ou fica com raiva, aí vem alguém em uma “posição “ de algum tipo de “autoridade fictícia” e repete as mesmas palavras que eu, até com a mesma entonação, de repente aquilo vira uma verdade absoluta dentre esses seres escarnecedores. Enfim, melhor ficar quieto, pois eu sou a peça mais descartável desse sistema de merda e alguns amigos pontuais também podem vestir carapuças E desavisados que não tem nada a ver podem se vitimizarem, pois vivemos a era do chororô.

Granada sem pino 1

Absolutamente nada do que você acredita que “que realmente é”, é realmente como você ACREDITA que realmente é! Ver as cordas que nos controlam não é bênção ou maldição, é somente ter ciência de que somos títeres, o que talvez crie uma circunavegação na orla da pretensa liberdade mental. Antigamente, na minha imbecilidade pueril, eu bradava que quem não via as cordas era burro, hoje percebo que é apenas uma ingenuidade infeliz de alguém que acredita em verdades absolutas e no “mundo como nos foi apresentado”. Questionar é uma benção que atrai muita confusão, pois, lidar com as crenças petrificadas, de pessoas que realmente ACREDITAM, nesse mundo, que nos foi “ensinado”, é mote para ser alvo de hostilidades ferrenhas. E devido a isso, quando escuto qualquer expressão dessa ingenuidade, apenas tento não falar nada. As pessoas não gostam de aprender que a história dos livros é falsa e que em outros países tem versões muito distantes da ensinada nesse Brasil Colônia, que existem famílias que manipulam todo o rumo da humanidade (leia o biográfico: Confissões de um Assassino Econômico, lá tem o nome dos bois, os famosos “Eles”), ou que existem agendas malvadas em curso, de que 1984 foi escrito por um cara que declarou que aquilo é uma ficção baseada em histórias Que ele ouviu de pessoas de uma elite seleta, que já tinha planos de controle mundial e criação de uma governança global e, lembram da parte desse livro, onde alguém diz: “parece carne, lembra carne, mas não é carne”... não vou falar mais nada, mas lembrem dessa frase no futuro bem próximo. Enfim. Documentos, documentários e pessoas que estiveram no cerne dessa situação, tem pra caralho por aí, mas vivemos numa colônia onde futebol é mais importante...

Voltarei a escrever meus pensamentos insólitos no velho