Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi

Rhetta Hughes - Your Doing With Her

Chérie Blue Escarlate (Autor:MaicknucleaR)
Animal. Arredio. Abissais afagos. Sentido seu cheiro de âmago, a essência de sua nuca… Omisso. Olhos saindo a francesa, tergiversando no espaço-tempo.Nunca o cinzeiro esteve tão sem vida. Tão sem suas nódoas de concubinas e sirigaita de outrora e o sopro de palavras prestidigitadas pela boca de quem salva-se com a bóia furada da escrita… “Você tem uma boca tão linda”, diz, fascinada, de olhos ciganos e fios que descem como as cascatas do anfitrião em seu claustro.De la rua. Mecenas. Mercenário de palavras mor, como os dissabores da piña colada. Metropólico úrico. “Quanto você vale, Dorothy?”. Todo sonho tem seu preço, não me culpe se a bíblia é um grande eufemismo para “lei da selva”. Respire, dê um tempo, segure aqui minhas armas enquanto vou ali fazer das tripas um rebento. Partir pro arrebento. Enquanto arrebento cram cracker e tormentos.Faço título de sua submissão aos meus excessos “hardcore” nada líricos. Descubro os milagres do jejum forçado e meia garrafa de vinho. Solo com pálito de fósforo no violão para me mostar, mesmo, e nem ligo. E cedo toda minha vitalidade, na maior, quando resolveste deitar meu zíper por terra.“Nas bolas, amor. Nas bolas”, pois baixaria mesmo é nascer brasileiro. Eu já disse isso em algum outro texto, mas adoro repetir pra você!. E num hiato de sua lascividade registro as cenas que gozarão no papel, na extensão da memória, todas lembranças vegetais. Manuais lembranças. Fios que não se esquecem de propósito. Objetos a te devolver n’outro dia. N’outra loucura impulsiva e zíperes que caem por uma terra bem longe da passionalidade vil.A arte de amortecer quedas!. O apreciar de um novo elixir. “Já pode devolver minhas armas, amor”, pois dormirei entre as fronhas que sua mordida gálaca maculou.

Publicado no Recanto das Letras em 08/07/2007