Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi

Granada sem pino 1

Absolutamente nada do que você acredita que “que realmente é”, é realmente como você ACREDITA que realmente é! Ver as cordas que nos controlam não é bênção ou maldição, é somente ter ciência de que somos títeres, o que talvez crie uma circunavegação na orla da pretensa liberdade mental. Antigamente, na minha imbecilidade pueril, eu bradava que quem não via as cordas era burro, hoje percebo que é apenas uma ingenuidade infeliz de alguém que acredita em verdades absolutas e no “mundo como nos foi apresentado”. Questionar é uma benção que atrai muita confusão, pois, lidar com as crenças petrificadas, de pessoas que realmente ACREDITAM, nesse mundo, que nos foi “ensinado”, é mote para ser alvo de hostilidades ferrenhas. E devido a isso, quando escuto qualquer expressão dessa ingenuidade, apenas tento não falar nada. As pessoas não gostam de aprender que a história dos livros é falsa e que em outros países tem versões muito distantes da ensinada nesse Brasil Colônia, que existem famílias que manipulam todo o rumo da humanidade (leia o biográfico: Confissões de um Assassino Econômico, lá tem o nome dos bois, os famosos “Eles”), ou que existem agendas malvadas em curso, de que 1984 foi escrito por um cara que declarou que aquilo é uma ficção baseada em histórias Que ele ouviu de pessoas de uma elite seleta, que já tinha planos de controle mundial e criação de uma governança global e, lembram da parte desse livro, onde alguém diz: “parece carne, lembra carne, mas não é carne”... não vou falar mais nada, mas lembrem dessa frase no futuro bem próximo. Enfim. Documentos, documentários e pessoas que estiveram no cerne dessa situação, tem pra caralho por aí, mas vivemos numa colônia onde futebol é mais importante...

Voltarei a escrever meus pensamentos insólitos no velho