Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi

OUTRAS AVENTURAS

Eis que me surge outra ideia além do novo (e pretensiosamente semanal) "As Aventuras de MaicknucleaR", o "Outras Aventuras", Este avulso e sem cronologias. Hoje fiz o primeiro episódio mostrando os segredos ocultos da arte do Silk, com meu irmãozinho Fernando Moraes da Tatuaria São Paulo. Tanto "As Aventuras...", quanto o "Outras Aventuras" serão sempre vídeos curtos, dinâmicos e recheados com informações visuais. Segue aí o primeiro episódio.

Outras Aventuras - Ep.1 - Silk com Miurrauze from MaicknucleaR aka New Killah Mike on Vimeo.

As Aventuras de MaicknucleaR - Primeiro episódio

"As Aventuras de MaicknucleaR" - a ideia é toda semana ir à eventos culturais gratuitos e fazer um registro dinâmico com vídeos de 2 à 5 minutos. Aceito sugestões de agenda, inbox. Acompanhem. 
Exposição coletiva @ InLoco Lar Galeria, criação e curadoria Kátia Lombardo e Simone Siss.

25 to life

Tenho esse problema da sinceridade extrema. Converso até com cachorro da cracolândia sobre assuntos delicados. Não tenho medo da minha vida. Vem quente que eu to torrando no asfalto. Vontade de espremer a vida e injetar na veia. Preciso de mais tempo que meros 90 anos. Quero um pó de vida pra rasgar as narinas. Um bong de vida da boa. Um licor de existência da melhor qualidade. Sensação de invencibilidade que só sinto em turbulências. A pressão cai. Tudo fica escuro. E continuo rindo e pedindo mais desafios, continuo socando o ar. Quero replay dessa porra, câmera lenta, melhores momentos, retrospectica. Quero ver meus erros em 4k, qualidade de cinema. Quero meus acertos guardados para os momentos mais íntimos. Se chorei ou se sorri isso só diz respeito a mim. Sem comparativos. Cada idiota com sua idiotice e mesmo não fazendo parte disso respeito a idiotice alheia. Foda-se. Me dá um trago dessa vida de segunda, uma fungada dessa vida de terceira. Não, baby, não to falando de bagulho. To falando de vida. De sede por essa merda vital. Tenha discernimento poetico, é só o que peço.

Sobre arte e egos deturpados

Uma discussão "artística" importante (ou não). Um vizinho aqui me indagou acerca de "você ganha dinheiro com sua arte?". Respondi sinceramente, sim, às vezes tiro quantias exorbitantes em espaço de tempo ínfimo. Tiro alguns salários mínimos no espaço de 45 minutos. Mas que, em 95% do tempo, chegar a esse montante é comparável a uma caminhada no deserto rumo à uma terra prometida que nunca chega. Aí ele veio com aquele papo do que eu deveria fazer para me tornar "famoso" e ter "retorno" com as coisas que faço. E lá vamos nós. Primeiro. E eu tentei explicar isso. Porque diabos eu me tornaria "famoso"? A concepção geral é que isso só me tornaria conhecido, comeria algumas interesseiras, mas, e aí? Se ser famoso significa que posso ter a oportunidade de ter uma vida melhor, passar por menos dificuldades, ficar tranquilo financeiramente, conviver com pessoas melhores e mais sábias e esclarecidas, aí eu quero ser famoso. Mas sabemos que na concepção geral e absoluta da nação e mundo, não é essa a perspectiva de "fama" que as pessoas tem em mente. E essa perspectiva deles, da qual prefiro nem entrar em questão, na moral, eu não quero. Aí o cara me pergunta do porque fazer arte se não ganho nada com isso, se não me preocupo em me degladiar para ser visto sendo que isso iria "me ajudar". Aí entra o ponto chave do pq eu eu comecei esse post. A resposta, ao menos em minha mente, é simples. A maioria das pessoas que criam, que desenvolvem arte, com o passar dos anos vão virando pai de família, vão se tornando garçons, engenheiros, operadores de telemarketing, motoristas de ônibus, advogados, médicos, enfim, com o passar do tempo, aquela veia artística morre neles e na alma deles. E pq diabos isso acontece? Por que eles criaram expectativas muito grandes visando um futuro imediato. Ou seja. Muitos deixam de viver correndo atrás de algo que na maioria quase absoluta dos casos não vai dar em nada. Buscam fama, dinheiro, sexo fácil com gente sem caráter. E, no fim, acabam batendo punheta de madrugada, pra mulher dele não perceber. Agora vem o ponto X da questão chave. E por que não fazer apenas por que você é isso, pq isso faz parte de você e isso é parte do seu todo. Não estou dizendo para abdicar de ter sucesso. Estou dizendo para criar arte independendo de resultados que só existem para o seu ego. Ou seja, leve sua vida, trabalhe, faça outras coisas, se especialize em outras vertentes, mas NUNCA deixe de criar, NUNCA use a desculpa da falta de tempo e SEMPRE tenha em mente uma nova criação. Faça com amor, coloque sua alma, corra atrás, sim, divulgue sim, fale com as pessoas sim, mas NUNCA deixe o resultado negativo te afetar a ponto de querer desistir. Você tem que fazer, seguir os trâmites, mas não deve esperar resultados que talvez só existam em sua mente. Foque na lua, atire para o céu, se não der em nada continue, pois caso você acredite que se não deu certo você tem que desistir de criar, amigo, então vai tomar no seu cú e sai fora daqui pq não te respeito. A maioria das pessoas que se esfriaram foi devido a muita gana e pouco suor, muita vontade de imediatismo e pouco trabalho focado em deixar um legado, muita busca de fama em vez de trabalho em autoconhecimento, buscaram muito o exterior e não trabalharam em sua parte interna e assim ficaram vazios a ponto de deixarem de lado, de matarem sua essência. Quando eu escrevi o Dançando Valsa Nos Salões Do Inferno. eu via que a maioria dos escritores que eu pedia ajuda para me publciar me viam como ameaça aos seus mundinhos, após lerem meu livro, sendo que tem espaço de sobra pra todos e, na encolha, me fechavam portas. Coloquei na internet e creio que ele já foi baixado mais de 20mil. Ou seja. Se eu ficasse naquela frustração de editoras, de "meus amigos não me ajudam", meu livro ao invés de ter sido apreciado MILHARES de vezes, ele estaria mofando numa pasta do windows. E hoje posso juntar a vendagem de todos que não me ajudaram que não dá um quarto do que eu consegui. Ou seja. Eles tem a "fama", eles aparecem no Entrelinhas, mas quem realmente atingiu as pessoas? Tome isso como exemplo e falo isso sem ser um discursinho tosco de autoajuda, mas, porra, essa é a porra da vida, brow. Fazer. Como diz aquele velho som "underground ou mainstream a maioria é igual pra mim, caminhos diferentes que levam para o mesmo fim". Resumindo, quanto mais eu fizer e menos olho gordo tiver, mais eu vou continuar fazendo, sem medo de frustrações, mas, claro, sempre objetivando bons resultados daquilo que faço. Se virar, virou. Se a grana vier, se a fama vier, abrace com todas as forças, mas saiba que esse é um mundo fútil, onde amigo só te suga, garota só te chupa, portanto mantenha sua qualidade interior para não acabar se jugando do vigésimo segundo andar de um prédio por que sua "faminha" acabou. O amor é interno, ninguém de fora pode te dar isso. Nem "quem te ama" tem esse poder. Busque o sucesso da sua mente, antes de tudo.

Herbert Souza (Tiu Funk) & MaicknucleaR: Confronto, Consciência e Rua em Estado Bruto

PRIMEIRA DO ANO 
Tem música que entretém.

E tem música que confronta.

A parceria entre Herbert Souza e MaicknucleaR nasce nesse segundo campo — o da fricção. Não é trilha para distração. É som para acordar neurônio adormecido.

Aqui não existe zona de conforto. Existe tensão criativa.


🔥 Arte Como Conflito Interno e Social

A faixa caminha naquele território perigoso entre:

  • indivíduo vs. sistema

  • consciência vs. alienação

  • criação vs. sabotagem

  • lucidez vs. delírio coletivo

Não é discurso panfletário.
É denúncia existencial.

Existe uma sensação constante de embate — não apenas contra estruturas externas, mas contra o que foi plantado dentro de nós. A letra aponta para o sistema, mas também aponta para o espelho.


🎧 Estética Sonora: Rua, Peso e Verdade

A construção sonora flerta com o underground urbano brasileiro.
É crua. É direta. Não pede aprovação.

Se existe influência, ela dialoga com a tradição do rap de protesto e da música independente feita fora do circuito corporativo. É espírito de rua, sem verniz.

MaicknucleaR mantém a identidade que já conhecemos do projeto Dub Mariachi: poesia urbana, ceticismo, densidade lírica. Herbert Souza adiciona camada reflexiva, quase documental, ampliando o impacto.


🧠 Consciência Não É Confortável

O ponto central da música é simples e brutal:

Consciente demais para fingir.
Lúcido demais para se encaixar.

Ela não vende esperança pronta.
Ela provoca responsabilidade individual.

É arte que questiona:

  • O que você consome?

  • O que você repete?

  • O que você acredita sem perceber?


🚧 Música Independente e Integridade Criativa

Num cenário onde algoritmo dita tendência, essa faixa reafirma uma coisa: integridade artística ainda existe.

Não é produto moldado para viralizar.
É som que aceita o risco de ser incômodo.

E isso, hoje, é quase revolucionário.


🔎 Palavras-chave secundárias

  • música independente brasileira

  • rap underground Brasil

  • parceria musical independente

  • crítica social na música

  • poesia urbana brasileira

  • som alternativo nacional

  • hip hop consciente Brasil

  • arte independente São Paulo



FRAUDE LITERÁRIA DE PARATY

Essa coisa de arte é mó loucura. Quando faço algo, meu intuito primeiro é a primazia em miríades. Sei lá. Eu tento atingir a alma do ser receptor, sabe? Encontrar a nota exata que vai vibrar dentro da pessoa a fazendo rir, chorar, sentir raiva, seja lá o que for. Creio que "Obra-prima" é quando o artista (no bom sentido da palavra), consegue chegar a essa, digamos, quintessência espetacular de invadir as células alheias, invadir as sinapses, arrepiando os pelos, fazendo a pessoa vibrar naquela sintonia do vídeo, do texto, da música, da performance, sei lá. Causando reações inconscientes, mas sendo direto, sem subliminares. Creio que essa é a verdadeira busca, a de como invadir os sentimentos alheios através do convite latente do "expectador"? É o que penso todo santo dia, em como ser simplificar tanta dor, amor, raiva, alegria e sintetizar de uma forma simples, sem complicações, através de uma expressão que é impelida da minha alma para a alma alheia??? Aí vejo um monte de arrombado preocupado com fama. Isso me dá nojo, na moral, velho. A grana, o reconhecimento, os shows e apresentações devem vir depois, ou enquanto você busca essa fórmula insana. Desprezo quem faz por que "Eu vi na TV quando era criança", "Meu pai fazia", "Faço pra pegar mulher". E vemos o resultado absurdo do que chamam de arte de elite, é só lixo. São conceitos em cima de conceitos e nada plausível a ser "mostrado" e uma tchruminha que tem um discurso tão bom que convence qualquer um de que aquela merda desalmada deve estar na galeria (por exemplo). Os maiores do passado sentiram dores reais. Muitos morreram na merda e não quero que NINGUÉM aqui morra na merda, o que quero dizer é que se você não tem sensibilidade de compreender essa "condição humana", volta pra casa, sai do ramo. Você pode até enganar milhares de pessoas com sua merdinha, mas dentro de você, por mais que seu ego infle seu autofingimento, você sempre saberá que você é um merda em busca de autovalidação e pior, buscando validação alheia. E é muito doido ver gente que já tem certo reconhecimento, chorando pra estar no lugar de um imbecil mais reconhecido ainda. Cara, jamais vou deixar de querer ser eu mesmo para querer estar na pele de um idiota e viver o status alheio, pra mim isso é demência das mais periclitantes; "Eu queria ser aquele babaca pra viver sugando os SESCs". Pelo amor, que discurso é esse e vindo de gente tão "outsider". Aliás. Todo outsider que conheço é incluido pra caralho em "circuitinhos", então vão todos se "foderem" e se achar ruim vem pra porrada e foda-se, sem nhenhenhem online. Eu fico puto discutindo esses assuntos e fico pasmo em ver que quando o assunto vem à baila a unanimidade dos discursos é superficial e fútil e quando começo a expor meu ponto de vista, de repente, todos estão nessa pela "arte". Pela arte é o meu caralho num pão de cachorro-quente. Falsidade é mato na relva. To fora desse lixo. Sei que o público é burro, manipulável e fácil de jogar com eles, mas eu to fora disso, perdão. Todo artista deveria ganhar muito bem, o suficiente pra poder viajar sem preocupações de onde vai ficar e o que vai comer, mas, em contrapartida, o "Produto" oferecido ao público, deveria ser, minimamente, real, puro, questionador, impulsionador, redentor, motivador e toda sua gama de etc's. Quer saber? Vou continuar a procurar aquela nota invasora de células e sinapses, por que toda vez que abordo esse assunto as pessoas me olham como se eu fosse louco, ou concordam comigo na expectativa de mais tarde falarem: "Você ouviu aquele papo furado daquele imbecil, quem ele pensa que é?, nem o conheço, ele nem está na mídia, nem foi publicado, nem teve seu texto num espetáculo, nunca ouvi um som na rádio, um vídeo no porta-curtas"... Enfim: abracem-se e formem uma comunidade juntos com seus iguais que eu to fora. Não consigo ser uma fraude.

Minha vida é meu show

Cara. Como eu amei nessa vida. Sofri. Chorei. Me superei. Lambi o fundo do poço. Passei por períodos de trevas que pareciam intransponíveis. Busquei uma auto destruição clichê. Coloquei armas na têmpora, drogas cavalares no sangue, mulheres sem caráter na cama. Me arrependi. Me absorvi. Fui um homem gentil, assertivo, leal, justo, sincero, digno, cheio de equidade, tentando ser humilde. Forte como um touro e frágil como a vida. Errei. Errei muito. Tive culhões para pedir desculpas sinceras. Não tive medo de mudar. Não tive medo de assumir meus erros. Não deixei meu ego levar a imbecilidade alheia para o lado pessoal, pois "eles não sabem o que fazem". E eu só quero ser feliz. Sem descrições filosóficas e babacas de felicidade. Fodam-se seus ideiais encalhados, cheios de teias de aranha, que parecem grandes novidades salvadoras do mundo, Quero a minha felicidade. Viver conforme eu acho correto e não quero que ninguém queira o mesmo que eu e não quero convencer ninguém a "seguir caminhos". Não sou mestre. Sou senhor de mim mesmo, até em meus tropeços. Perdi tempo. Perdi anos. Perdi glórias e foi tudo devido a más opções, noites obscuras e crenças limitantes (saboragem mental propagandeada por um teatro zuado chamado sociedade). Mea culpa; Associações erráticas com seres estacionários. Relacionamentos cáusticos com seres que buscavam esteriótipos e ficavam com ódio por eu ter a incrível capacidade de ser apenas eu mesmo. Mas ainda há tempo de ser feliz, mesmo que a dor seja imanente. Não me resumo a isso ou àquilo. Sou livre conforme minha escravidão permite. A mente voa. Se segura na cadeira. Estou livre. Estou limpo até segunda ordem. Fui fiel e leal e chamado de traidor. Mundo louco. Pessoas desesperadas por estarem certas e eu querendo ser errado. A razão destruindo o que é razoável. Insensatez. Insapiência. Irracionalidades mil. Desinteligência emocional. Desespero por participar de grupos sociais, mas nunca vi isso com bons olhos, por isso fico de fora. Estou alheio a essa grande propaganda. Influências milimétricamente desenvolvidas por longos estudos que "nunca nos contaram". Não sou daqui, mas vivo aqui. Você sabe meu nome, mas não sabe o que passei, quantas cobras matei, quantos leões fiz de gatinho, quantos cuspes levei na cara de pessoas que não valem o lixo que produzem, nem quantos atos heroicos fiz sem que ninguém visse. E tento me melhorar dentro do turbilhão do caos, no vórtice da desesperança e mesmo que doa levo minha mente à lugares plácidos. Meu ano foi perdido, completamente perdido, devido a um trauma enorme, uma dor incrível, algo que me acertou diretamente em meu ponto mais forte: minha mente. Fiquei vulnerável. Subo montanhas descalço, fortaleza de um garanhão no áuge, mas quando a mente sofre o corpo fica abalado. Há um ano essa dor, esse sofrimento, tudo mental, que me estagnou "socialmente e corporativamente", mas que por outro lado me rendeu conhecimentos extraordinários, em miríades. Falta agir "pro dia nascer feliz". E tudo isso no escuro, na solidão, rasgando minha alma, sem amigos, sem coachings, sem família, sem abraços ou apertos de mão, sem uma ligação de alguém que me deletou uma bela história, cheias de desavenças resolvíveis, com um block telefônico. Aguentando a dor sozinho. Chorei mil toneis pra entender como ser melhor, me superar, vencer o lado sombrio da minha mente e ia pra rua sorrindo. Nem quem estava perto percebia o que passei nesse ano. Meus problemas são meus e prefiro resolvê-los sozinhos. Até por não ter amigos. Até por não ter amores. Até por ninguém dar a mínima, por eu não ser "sociavelmente aceito no mundinho do homem branco", os descendentes dos colonizadores. E essa é a minha maneira. Tentar resolver sozinho. Já que solidão não falta. Naquele dia puxei o cão. A automática travou. Olhei triste para o chão e a encontrei. Eu disse: "Eu vou ser feliz e você vai estar comigo na minha vitória" e ela, após sua crise insana de choro, me disse, na minha cara, no meu quarto: "Não sei por que você está dizendo isso. Você que disse". Desdém lindo de alguém que diz amar. Ali eu deveria ter ido embora. Desengripado o canhão, dado 3 tiros pro alto e pegado a primeira doida que me olhasse torto. Fuder num terreno qualquer. Agradecer e não dar meu telefone, não dizer meu nome. Fazer ela passar mil vezes na mesma rua pra tentar me encontrar. Mas eu estaria longe. Sugando meus problemas como suco de saquinho. Pensando em me jogar da bike a 50km/h. Sensação recorrente. Que se foda. O escuro onde nadei nas dores é o escuro onde me reconstrui, quer dizer, onde me reconstruo. É difícil mudar sua vida, mas nunca impossível. Estou na minha, Me chamam de sumido. Quero que continue assim. Quando eu aparecer é pra meter esse mundo no meu bolso. Nasci pra isso. Pra dominar essa porra. Tentaram me abalar, talvez eu mesmo, talvez o lado entrevado da minha mente. Mas estou aqui. Com sede de vitória. Não por vingança, apenas por um motivo básico: cumprir minha promessa de ser feliz. Mesmo que solitário. Aguardem o próximo capítulo e temam, Vocês nunca me viram no áuge mental de criatividade. Nem eu vi isso ainda. Apenas sinto minha alma se contorcendo na sede de externar essa grandiosidade. Calma, alma, calma... È chegada hora... Deixa eles se criarem, estarem certos, viverem ao máximo. Deixa os porcos na engorda e vai amolando o faquinha. To só vendo o orgulho virar bagulho e continuo no escuro, me levando ao limite, sentindo dores no corpo todo, mas por um bom motivo. Minha vida é meu show. E você está com o melhor desse ramo. Aguardem.

Tudo é Tão Igual - Fronteira Hits (MaicknucleaR)

Feromônios notifloros

Meio revoltado. Disparando pro alto. Polícia passou, não viu, vazei. Quase abracei o poste na rua molhada. Carro do caralho. Odeio carro novo. Sem essa de viver perigosamente. Papinho de boy do caralho. To puto mesmo. Ódio direcionado para o crescimento. Fichas caindo. Jogo rolando. Frustração como combustível pra vitórias. Parei em casa, nem vou sair. Sentindo que hoje ia fazer merda. Sóbrio, careta, há anos assim. Sem piedade, chegando nas cocotas. A coroa ia cair na rede, mas o "maridão" surgiu. Bebi água de côco. Dei um soco em uma placa. Sai da alimentação, comi bolacha recheada. Acelerei mais um pouco. Louco pra que alguém mexa comigo, brinque de maneira qualquer pra eu praticar uns cruzados no queixo. Mas prefiro dar boladas no queixo alheio, sem perdão. Ela voltou, deu um pelé no cara. Eu jogo limpo e deixo claro minhas intenções e minhas intenções não estão indo além desta noite. Não sou fodão, não me sinto, apenas me divirto e não preciso de você pra nada. Guarde seu amor que eu baixo minha guarda. Baixe sua guarda que escondo meu ódio. Ódio direcionado para o crescimento. Desenvolvimento pessoal. Extraordinário. Sem leme. Batida pesada cortando a noite, rasgando calcinhas no dente. Cheiro de fêmea "experiente". Feromônio de banco traseiro. Drive in sem filme. Sem roteiro. Só seguindo essa porra, trocando de marcha. Nem olho no retrovisor. Saí fora. Parei em casa. Senti que ia fazer merda. Revoltado com a divindade. Em busca da minha própria constelação. Celestial até umas horas. Cheio de sonhos. Sou um empreendedor de espírito livre. Amanhã passa. Vou pra praça. Quase joguei a bike da passarela, mais cedo. O som bateu na mente. Era pesado. Aliviou. A cidade cada vez mais cinza. O tempo cada vez mais louco. Eu sóbrio. Há anos. Descontrolado. Dominador. Alpha e que se foda. Eu mando no meu destino como controlo gente submissa. Paulada na guéla. Bolada no queixo. Não preciso de validação pra nada. Lembranças de corações quebrados e filosoficamente questiono esse amor de propaganda, fachada de gente inútil. Parei em casa. Sonhar dói e ir atrás do sonho é mais legal que realizá-lo. Estou no caminho, infrene. Tresloucado, deslocado, metódico e sem tropeços. Disparei pro alto mais cedo. Não tenho porte. Tenho postura de guerreiro. Mentalidade de samurai. Chaveco ninja. Respeito monstro na quebrada. E sede de chegar na frente. Arrebentar os bunda mole da cidade. Eles falam muito bem, mas não viveram nada. Que se foda. Eu sou míope e to focado. Saí das trevas. Celestial pra caralho. Desgovernado, com GPS infalívcl. Sem tropeço. Sem arrego. Sempre implacável e perdendo a razão.

SOBRE LUTAS E DECEPÇÕES



Você conhece o mito. Sabe o nome. O vê se destacando dentre seus iguais e diferentes. Fala com ele e o acha style, fodão, ou normal, ou "não era tudo aquilo que você imaginava". Você só não sabe o que ele passa no escuro, fora dos spotlights. Não sabe em quantas brigas ele precisou se meter pelos becos que anda. Você o vê sempre pra cima, mas nem em seus sonhos mais sórdidos imaginas as dores, os apertos, as tristezas, mágoas, rancores e frustrações que ele guarda em sua alma e coração. Você o vê fazendo algo extraordínário e acha injusto, mas não faz ideia de quantos anos e madrugadas ele varou treinando (sofrendo e chorando) para ser o melhor, até a exaustão, dormindo de cara no caderno, abraçando o dicionário, babando no teclado ou encoxando o violão. Ele aparece renovado, de corpo e alma, mas você não imaginava quantas dores ele sentiu, em todo o corpo, atravessando semanas com todos os músculos inflamados, buscando um novo eu. Você chega ao ponto de dizer que o cara está se "amostrando", por ele ter uma gama de conhecimentos que sua faculdade de merda não te deu, pois, ao contrário de ser um papagaio repetidor de repetições, ele buscou várias fontes de informações, sobre assuntos variados; ele viu a palestra inteira, assistiu o documentário massante, leu pra caralho e do alto da sua imbecilidade você faz uma tentativa inútil de diminuí-lo falando sobre títulos acadêmicos. Você só não imagina que ele sorri pra você te vendo como um verme, um lixo, um pedaço de merda em um papel higiênico, mas ele é tão seguro de si, que apenas ri, enquanto você, em sua insegurança, vocifera tentando demonstrar algum valor e, ele, ele apenas sorri, pois sabe que seu valor é real e não precisa tentar "vendê-lo" pra putinha ou arrombado nenhum, Ele está nesse mundo escolhendo e não sendo escolhido. Ele está nesse mundo buscando caráter alheio, pois o dele é duro como diamante. Ele é solitário, não por opção, não por misantropia, mas ele nunca encontrou amigos dignos, nunca encontrou uma mulher que valesse o esforço além de algumas metidas depravadas e ele anda entre os perdedores que o julgam como perdedor, mas não se mistura com eles, mesmo que seja humilde a ponto de socializar. Vocês olham as pessoas e não sabem o que elas passaram pra chegar onde estão. Não digo filhinhos de papai, filhas de donos de redes de 7 lojas, fábricas, vendas, padarias, sei lá, gente criada em apartamento em bairros melhores, onde seus vizinhos são médicos, advogados, publicitários, atores, músicos, cantores, artistas plásticos, jornalistas, engenheiros e essa porra toda. Falo de sair de um lugar onde a única opção de se ganhar dinheiro é roubando ou traficando, onde todos os seus vizinhos estão tão fudidos que eles nem ousam sonhar em sair de onde estão e vivem agradecendo a Deus pelo pouco e raro que possuem. Não ousam estudar, nem imaginam que é possível evoluir e melhorar; eles aceitaram, desde nascidos, a miséria mental... Se o esforço fosse o único quesito pra se chegar em algum lugar, quase metade do planeta seria feito de Bill Gates da vida. Mas não. Essa porra é injusta pra caralho. E não tem moral da história. Cada um que se foda. E nessa, eu, ou "ele", vai seguindo sozinho, sem ninguém pra conversar, abraçar, rir, falar besteira ou atirar em garrafas. Mas tudo é parte de um plano maior. E este é o momento de ver, como diria o poeta, "os manos e as minas fracas" e rir, rir bastante dessa falsidade toda e jamais fazer parte dela. E ele não quer nada de ninguém, só quer viver, ser feliz e os que não entendem isso o estranham e ele sabe que todo e qualquer um que já o estranhou é só mais um erro na matrix, um coitado, prisioneiros livres. Enfim, faz a sua que eu faço e minha e que tudo se foda com queijo e bacon. Hora voltar pra ostra, criar mais venenos e curas no laboratório.....

Artista

Aí fui na típica padóca paulistana. E à baila estavam os "refugiados". Aí um ilustre vira pra mim (na fila) e diz que "Como artista eu tinha que me posicionar". Me senti como um ator pornô com essa frase. "Me posicionar" (?). Pegou meio mal pro level de maldade que tenho em minha insana mentalidade. E artista? Artista não, meu povo. Sou fabricante de sonhos, inspirações e desejos. E só. No resto do tempo eu ando descalço, transo de luz acesa e tento não quebrar as cordas do meu violão.

Miles Davis



(Posso estar errado, mas) A verdadeira ditadura é a da "razão absoluta sobretudo". Razão científica ( - ciência é um tipo de fé), razão filosófica, razão espiritual, razão de opiniões, razão política,  sexual, futebolística, literária, cinematografica, artística, alimentar; razões e razões e mais razões, neste mundinho abjeto onde todos acreditam estarem certos de TUDO, a todo milésimo de segundo, perenemente. Resumindo: uma corja imbecil de babacas atolados em uma amálgama pútrida de arrogância pueril, nesta geração extremamente infantilizada. Esses bebês com doutorados choram, esperneiam e esfaqueiam, atiram e decepam os amiguinhos que discordam de seus pontinhos de vista medíocres sobre o que é correto. Uma vez ouvi alguém dizer: "Sabe qual é o problema no mundo? São as pessoas que querem mudá-lo" e esse cara foi açoitado e morto de um certo convívio "social humano-democrático". Mas eu entendi sua sapiente mensagem e faço questão de propalá-la. Pessoas cheias de razão, cheias de "ideologias", militantes em geral, 'crentes", ou profetas da dieta mais saudável e toda essa escória dona da verdade única, elas não querem um mundo diverso, um mundo multiplural, onde todos os seres sejam livres para pensar e agir da forma que lhes for a mais aceitável. Não. Eles querem um mundo onde suas visões (de estribo) sejam o único mundo que exista. Pois eles são os únicos corretos ( - mas só na mente fluoretada deles). São os verdadeiros seguidores de um messias, de um martir e eles vão te matar, denigrir e passar por cima de você com um rolo compressor caso você não esteja dentro de seus padrões deturpados de moralidade, de civilidade, de comunidade e humanidade, ou seja, se não estiver dentro das razões e verdades absolutas e indivisíveis deles. E vejo muito amigo militantezinho sendo mais facista e opressor que aquele que é pago e mentalmente-lavado pelo estado é. Muito discurso. Mas eu sou de ação. Quero o antonimo máximo dessa razão. Quero poder mudar de ideia e não ser como alguns amigos por aí que te cobram por sua evolução de pensamento como se você estivesse errado em evoluir ao largar tudo aquilo que você acreditava para ser mais maleável e sábio, por largar seu discurso antigo e chato por um novo, cheio de vida e mais abrangente. Quero lonjura desse povo chato. Velhos em corpos de gente nova. Repetições ambulantes de repetições históricas. Não é a toa que ando sozinho e sempre busco pessoas que quebrem meus paradigmas e crenças (mas se quebrarem com arrogância eu agradeço e vazo de suas companhiazinhas). Ouvi uma pessoa falando "Se afaste das pessoas que te limitam". E a ficha caiu pesarosamente. Como um ocêano em uma jarra d'água. Tenho me afastado de muitos, não por superioridade, mas por uma busca insana e nova por um novo tipo de sanidade mental, sem fraudes, sem convívio com bunda mole e reclamão de merda... To nessa porra pra estar na linha de frente do caos e não ser um playboyzinho cuzão, de vidinha mole, que reclama da vida por não curtir tomar banho ou acordar cedo e que escrevem como adoram o caos gourmet de seus livrinhos clássicos. QUERO VIDA, MEU IRMÃO. E todas as minhas péssimas experiências, todas as vezes que lambi o chão do fundo do poço, lambi o cú do diabo, toda vez que fui socialmente discriminado, vilipendiado, deixado de lado, toda aquela carga emocional da minha família dizendo dia e noite que eu não tinha futuro poderiam me levar a ser um reclamão chato. Reclamei sim, fui chato várias vezes, mas não sou isso e nem digo que superei isso, pois isso nunca me afetou de verdade por que eu sempre soube quem eu sou, mesmo tendo estragado bastante o Eu (através de decisões, autossabotagens e péssimas companhias). Quero vida real, não vida sugada como muito gente me sugou. Quero verdade, integridade, honra e a loucura extrema de ser eu mesmo. Pensei em dizer "Quem quiser vem comigo", mas  desde sempre abro essas portas e nem cachorros tem coragem de se aproximar dela, pois sentem o poder... Pra quem nasceu na merda perder não é opção. Mas é como diria o poeta: "Como ser duas vezes melhor se você foi um milhão de vezes mais sabotado?". Não tenho resposta. Só posso dizer que não sou humano. Eu posso voar. Eu posso fazer tudo o que eu quiser e caso não goste: chore na rampa. Eu sou o éter de Miles Davis e "Posso não concordar com uma palavra do que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo" (Voltaire).



XXX

Cara. Puta babaquice essa parada de maluco jogar vídeo íntimo na internet (se gabando de ser "o cara" - o cara fictício) e colocar a mulher como um pedaço de nada que só foi usado. Expor a mulher como se ela estivesse errada por ter feito sexo. Vão se fuder, seus imbecis. Que merda!!!... Me enviaram um vídeo com o título: "Escândalo: vídeo de sexo amador de repórter da globo". Cara, a mulher poderia ser da NASA e ter dado pra um cavalo, uma girafa, um urso, dois peixes e quatro alpinistas, ao mesmo tempo, que eu não estaria nem aí, simplesmente por que isso é problema dela. Ela decide o que faz da vida e cada um que cuide da porra da sua própria vida. Parem de colocar o sexo como se fosse bom só para os homens, seus babacas. Parem de colocar o sexo como se fosse direito exclusivo e sagrado do homem e herético e pecaminoso para as mulheres. Porra, cara, já estamos na porra de 2015 e ainda existem esses imbecis racistas, homofóbicos, fofoqueiros e os que acreditam em "esquerda e direita"... Pelo amor... Até um ano atrás eu tinha uns 15 vídeos com umas minas muito nave, irmão. Umas muito lindas e outras estilo top impegável (várias devem estar lendo isso agora) e nunca mostrei a ninguém. Nunca subi pra merda de site nenhum e raramente eu os via. Aí decidi apagar quando pensei ter sido hackeado, excluí todos. E nenhum desses vídeos foi pilantreado, saca. Foi de comum acordo, que rolou ali na hora, uma loucura de momento a base de GoPro e ambas as partes estavam cientes de tudo. Minha estima não depende do que eu preciso provar para os outros. É bem simples isso. Eu sei quem sou e sei do que sou capaz e eu sou foda mesmo que você nem sonhe com isso e não preciso denegrir a imagem de ninguém, por ela ter feito a coisa mais deliciosa do mundo, por ter decidido compartilhar comigo momentos tão bons e suados. Não preciso chegar ao ponto do retardo mental de ficar mostrando meu pau pr'os raros amigos que tenho, mas tem vários babacas que querem que eu veja o deles e me recuso terminantemente. Babaquice demais demonizar a mulher por ser mulher, quando vocês que deveriam serem demonizados por serem babacas, otários.

Revolución, cumpadre

Quer ser revolucionário? ESCOVE OS DENTES (com pasta sem flúor) pra fuder com os dentistas. Mantenha-se saudável pra fuder com o sistema de saúde público e privado. Seja sua própria mídia e foda a mídia. Estude além dessa merda repetitiva e robótica que você aprendeu nesse sua faculdade de merda. NÃO LEIA OS CLÁSSICOS. Mije na sua TV. Plante seus próprios temperos. CUIDE DA PORRA DA SUA VIDA. Não vá ao estádio. Trabalhe para você mesmo. Não leia o jornal, busque mídia alternativa e barata. Mude seus conceitos sobre você mesmo. Não discuta política, nem no facebook, mas aprenda a história da manipulação social, política e mental. Não faça nada do que eu disse. Enfim, quer revolucionar: DEIXE DE SER CHATO. Deixe de ser um crente da revolução, um pastor da comida certa a se comer, um guru da melhor visão política. Quer revolucionar? Foda-se. Vai arrumar a cama, lavar a louça, tomar um banho. Existe um facista em quase todo revolucionário e digo isso, pois qualquer um que queira me OBRIGAR a acreditar que o mundo deve ser como a "ideologia" que ele segue (ou devo ser exterminado), é um facista chamando os outros de facistas. Vão se fuder, vão. Vão tomar no cú, Vão pra puta que os pariu, com todo o respeito que não tenho por vocês, bando de branquinho bunda mole dos infernos. Vai fumar um e discutir Deleuze, seus bostas. Sai da cadeira e vai varrer a cozinha pra sua mãe antes de me falar merda. Eu lavei a louça agora há pouco e acho que isso é revolução de verdade, pois eu acabei com a sujeira do sistema culinário pós rango.

Maicknuclear no G1: Jornal da EPTV na X Semana Fernando Furlanetto de Arte

 Maicknuclear no Jornal da EPTV na X Semana Fernando Furlanetto de Arte

Destaques da X Semana Fernando Furlanetto

  • A X Semana Fernando Furlanetto aconteceu em São João da Boa Vista (SP), com nove dias de arte, música, dança e intervenções urbanas.

  • Maicknuclear marcou presença no Jornal da EPTV do G1, mostrando a força da arte local.

  • Inauguração da primeira estátua de bronze da cidade, da artista Ângela Bonfante, na Rua Armando Salles Oliveira.

  • Intervenção urbana "Aqui Jaz" de Antônio Carlos Lorette na Praça Cel. Joaquim José.

Programação Cultural Completa

  • Esculturas de Fernando Furlanetto
    Local: Museu Histórico e Pedagógico – Praça Gov. Armando Salles
    Data: 5 a 14 de junho

  • Exposição Fotográfica "Rio Jaguari" – Fritz Nagib
    Local: Lanchonete e Restaurante Beira Rio – Bairro 1º de Maio
    Data: 5 a 14 de junho

  • Intervenção Urbana "Aqui Jaz" – Antonio Lorette
    Local: Cemitério Municipal
    Data: 6 e 13 de junho, a partir das 17h30

  • Música, dança, poesia, teatro, fotografia e artes visuais espalhadas por toda a cidade.

Participação de Maicknuclear

  • Maicknuclear trouxe seu trabalho musical e artístico para a X Semana Fernando Furlanetto, reforçando a conexão entre arte urbana e mídia local.

  • Destaque na cobertura do Jornal da EPTV, trazendo visibilidade nacional ao evento.

Maicknuclear no Jornal da EPTV na X Semana Fernando Furlanetto de Arte

Conclusão

  • A X Semana Fernando Furlanetto se consolida como referência cultural em São João da Boa Vista.

  • Presença de artistas como Maicknuclear demonstra a força da arte contemporânea em ambientes urbanos.

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