Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi

Traços (de MaicknucleaR)

    Seus traços singelamente borrados no ermo da chuva se direcionam, passo a passo, pezinho após pezinho, sentido à algo que não tem sentido algum, mas é sentido no âmago polvoroso do instinto, no rufar de gotas explosivas que se elevam numa ebulição sacana ao tocar sua pele quente e saborosa.

    A sinfonia do concreto se cala. O caos se perde, sem saber o que fazer. A precipitação sobe em reverso e você vem. Vem como se pisasse na poesia asfáltica. Como se o vapor que te cinge fosse um véu de puro magnetismo para meus olhos desajeitados e extremamente maliciosos. 

    Não existe tempo verbal correto, pois qualquer frase seria uma profanação interdimensional desse agora perigoso. Nada na paisagem te afeta, leve, decidida, segura do "saber o que virá" e tranquila em relação ao tchau voluptuoso e impróprio.

    Deleite visual. Degustação de pele que fervilha o brilho do suor, salivo. Desapareço no que é você. Atravesso realidades ilusórias. Me contento no seu contentar. 

    Depois. Bem depois. A rememória. O item estrategicamente esquecido que teletransporta ao reencontro. Que conecta sinapses de arrepios alvoroçados e incontroláveis. Que dão nitidez ao sonho outrora borrado.

(MaicknucleaR)




MaicknucleaR por Luiza Zichinelli

MaicknucleaR  MaicknucleaR

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