Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi

Dois pontos

Talvez eu tenha morrido... mas meus sonhos permanecem intactos. No final, descobri que os sonhos de antes eram meros desejos, relis e pueris desejos. Hoje os sonhos reais se revelam, tornaram-se adultos em concepção de benefício, de benéfico, de benevolência para com os grãos de mostarda.
Mas compreenda a leveza do meu grave ser, digo morte em poesia de vida, morte do velho animal que renasce sem ter realmente morrido ou sofrido as cãibras cardíacas e o choque reavivador, morte aos desejos que em suma eram fúteis, por mais que a futilidade nunca houvesse permeado meu triste e solitário ser. Não, não tenho tempo pra deixar este mundo, nem morto! Talvez largue as mundanices, talvez coloque os sonhos na sacola enquanto luto, não por "um ideal", pois jamais me martirizaria por uma idéia, mas luto para que as escamas caiam dos olhos, a caridade prevaleça entre os seres de bem e minhas mágoas, ressentimentos, um dia caiam por terra. Talvez ser adulto usando talco para bebês, contando estrelas e pegando aviões. Fechar a fronteira da inter-dimensão insana, maligna. Lutar para crescer como pessoa. Lutar pra viver...

1 comentários:

Sonia Andrade disse...

Seu texto renasce - rebrota, como boa assombração,aquelas nunca morrem. Sempre mais forte, parece mais curtido - devem ser os grãos de mostarda ...
Parabéns Maick, vc sabe que gosto de ler vc e muito mais do que ler muita gente que nem sabe do que e como escrever.
Torço, na primeira fila, para que conte estrelas, onde quer que apareçam...

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