Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi
A labuta escrita e a míriade de volúpia
Fudeu! A fonte do meu PC queimou; acho que perdi alguns textos novos do www.opastrame.cjb.net e agora vai ser bem difícil atualizar o blog. Aproveitei que vim na casa de uma amiga pra... pra... pra; pra fazer companhia a ela. Ela tem 35, é gerente de uma loja, Brasileira de CORPO e alma, mora sozinha em um ap. aqui na Bela Vista e tem medo de dormir só, por culpa da violência Paulistana. Aproveitei que ela desmaiou no sofá após ter me feito um bo... um bo... um bolo, e comecei a escrever feito um louco depravado. Nem sei o que escrevi, pois estou “beijando o céu”; só sei que vai ser difícil re-atualizar este blog e por isso já deixei 9 posts zero-bala pra vocês dichavarem. (Enjoy o joint)
Solitário e suicida
A gota d’água emocional diz:
Precipitar-me ou não precipitar-me; eis a maldita questão!
Eis o ponto, onde a vida já não tem mais sentido algum; onde o cansaço da espera por respostas de perguntas infindáveis estertoram-me; o ponto onde o vazio se torna a própria dor da fome – sinto fome; onde a busca perde a motivação; onde a solidão deixa de ser opcional: O precipício!
Pular rumo ao quebra-mar de ossos? Fazer nó na grossa corda de contra-baixo? Cortar o fluxo das veias do pulso? Ou simplesmente atirar na própria cabeça, espalhando esse monte de merda que ando pensando?
O pescador de feixes
A minhoca esquartejada diz:
Com a mão em anzol, pesco um feixe de luz que invade estuprosamente a claustrofobia de minha anil alcova clausurosa, onde me enfurno com livros emprestados, canetas que não pegam, copos de café com leite e amigas que me chupam.
Katrina
O furacão avassalador diz:
Sopra vento
Em espiral
O tomento,
A demência do violento
Que violenta!
Sopra pra lá vento
A falta de entendimento
E traga os bons ventos do discernimento
E cesse essa tormenta!
Onde nascem as idéias
O Eletro-encéfalo-grama diz:
Navego os sete mares a naus, por oceanos, buscando motes em terras firmes do continente mental, circundo a atmosfera em busca de vãos na camada de ozônio, que possam me abrir uma passagem para o infindável universo da inspiração. Pego carona em estrelas decadentes e deixo me levar pra onde quer que ela vá; busco a vida em lugares inóspitos/remotos e desbravo a selva de neurônios onde nascem as idéias!
Para ser o primeiro
Um trecho da musica de “MaicknucleaR & UzzmetralhA" diz:
Na procura de paz, seu mundo ele deixou...
Pede carona pra sua migração.
Em busca de algo ou talvez de alguém...
Algo pra ser feliz, pra se sentir bem.
...Pra se achar? Sim, se achar...
Se achaaaaar, baby, se achaar, yeeeee-eeeeh...
Se achar!
Trêmulo
O porra louca diz:
- Isso que eu chamo de “miríade de volúpia”! Eu disse.
Minha doce gerente que deu cano em sua labuta só pra “me ver” riu. Riu e lambeu vagarosamente a ponta do sorvete, frente e verso com a língua em espiral. Deslizou a língua subindo e descendo, segurando-o pela base fálica quase sacral. Olhou nos meus olhos, respirou fundo e subitamente engoliu a metade do sorvete buscando sentir o “sabor Maick” nas profundezas de sua garganta. Beijou e lambeu. Mordeu a púbis, lambeu e passou os lábios em minha virilha; uma; depois, outra. Salivou no perônio e subiu bruscamente buscando a saco duro. Afundou a boca e parte do rosto no saco e as bolas correram cada qual para um lado, buscando suas bochechas agora rosadas. Chupou os saco com voracidade e boqueteou as bolas. Depois do incessante aquecimento, a boca dela tornou-se uma buceta, na qual eu fodia depravadamente; sua cabeça de cabelos curtos tornou-se uma bola de basquete na mão de Michael "EU" Jordan. Tentei quebrar meus ovos naquele queixo, mas não chegava.
- Onde quer que eu goze?
- Onde você quiser. (Ela respondeu).
E foi na guéla mesmo... Porra pra caralho... Ela cuspiu nas minhas bolas num ato semi-vomital, afogou-se no gozo chupando meu o saco (agora mole); e passou vadiosamente o rosto no saco mole e emporrecido. Ela deitou e dormiu rápido, cansada pelo dia estafando e as quase duas horas de chupação de sacos, bolas e taco (uma verdadeira fã de beisebol). Liguei seu pc. Aproveito para “bloguear” atualizações. Ainda estou trêmulo e, há um pedaço daquele rabo enorme aparecendo enquanto os resquícios de porra me espasmam neste exato momento e continuam deixando-me novamente trêmulo.
Iluminados & Gênios
O acrobata das letras diz:
Os seres Iluminados estão predestinados a completa escuridão! Eles peregrinam vagarosos dentre fétidos becos esburacados, onde as damas da noite exalam o etéreo aroma feromonal de viscosas bucetas, lubrificadas pelo veludo lingual de casados carentes e desgraçados. Os seres iluminados provém as sobras da noites e iluminam os outdoores de néon que indicam o fundo do poço de um balcão, onde inescrupulosos barman’s calibram copos com poças de poderosos e luxuriosos elixires do inferno, onde a luz afogará suas mágoas. Andam por esquinas onde notas de 10 e 5 são sinônimos de libertação espiritual e, o vomito é o pastor de palavras regurgitadas em valas de lindos esgotos.
Os Gênios? Os Gênios foram crianças prodígio que cresceram, tornaram-se azuis, moram numa garafa sem álcool e trabalham como coadjuvante na Disney!
Bala na idéia pra trocar
O Sniper em cima do prédio diz:
Não, não sou um erudito que debate filosofia, holocausto, arte-contemporânea e clássicos da literatura em mesas de bares sit-com, escondendo-me atrás de uma cara-de-cú-blasé, ataviada com óculos de academica armação preta e grossa (Não, não busco um lugar-ao-sol [como já me disseram], pois sou apenas um musico-frustrado e não um escritor! sei meu lugar no mundo). Não, não fiz faculdade e só terminei o ensino médio com 23 anos e mesmo sendo do fundão, nunca fui um ignóbil e limitado aluno. Não fugi da escola, mas a vida me levou pra rua, pros fatos, pros acontecimentos, para fazer a história e não para lê-la em decorébas. Toda idiossincrasia que os livros, teatros, artes e filmes europeus teoricamente te proporcionaram, eu aprendi (vivendo) na prática; todo discernimento que você aprendeu através da erudição e anos de estudos, eu aprendi com meus erros, com o fato de me segregarem e com os tortuosos caminhos da minha vida. Não, não sou escritor, mas escrevo por urgência de falar o que penso e, o que penso, vem da visceralidade do âmago da minha alma e não de aulas de filosofia ou clássicos da literatura. Sei sobre a vida e me auto-analiso mesmo não tendo noções de psicanálise. Filosofo, mesmo não sendo amigo de Sócrates; vocês não me compram com existencialismozinhos baratos e inúteis. Penso, logo quero que se foda. Eu sou debilitadamente burro, eu sou um ignorante-estúpido, eu sou um ser aculturado, eu sou um Californimano merencório; na verdade, eu sou Pulp (quase-poético) Fiction, enquanto esses acadêmicos blasés Vila Madalenosos são Forest Gump; um bando de idiotas que fazem (e falam) idiotices...
Eu sou um verdadeiro filho da puta desgraçado que não tem medo de errar, não sinto vergonha de meus aprendizados vexaminosos. Eu fui um "Menino de kichute" (de Márcio Américo), que na adolescência fumou muita "Bagana na chuva" (de Mário Bortolotto) e hoje sobrevive numa espécie de “Bangalô” (de Marcelo Mirisola). Sou um infâme crônico que às vezes faz crônicas a lá Douglas Kim, sou a personificação humana de propaganda enganosa (no profile 'pastrame') tal qual um "Japa Paraguayo" denominado Pedrito (risos)...

E caso algum senhor reacionário academicuzinho não tenha gostado... Beija meu ovo!
Ajudem um compatriota Brasileiro
Sinceramente, não sou escritor! Prefiro o termo: Músico Frustrado.
Mesmo não sendo escritor, eu escrevo muita coisa. Aliás, é a única coisa (fora sexo) que ando fazendo na minha inútil e ignóbil vida. Ou seja: Você, caro amigo (a), que tem alguma condição ou Q.I. (quem indica), para me dar um apoio cultural (financeiro na verdade), eu muito agradeceria; pois minha situação está ridícula e cansei de ser bancado pelas minhas amantes, ser expulso de casa pelo meu pai, ser chamado de vagabundo pela minha mãe e usar roupas de papai. CONTRATEM-ME (sei lá). Posso não ser escritor, muito menos gozar de técnica, mas me esforço pra caralho... ajudem-me! Grato.
MaicknucleaR de Los Santos Angeles
O deserto de Jack Daniel´s e reminiscências vítreas
O chão que frita ovos diz:
Abandono aquele velho trailer deixando para trás: uma lágrima atrás de um óculos escuro feminino e um cigarro com a bituca manchada de batom, devidamente postado nos lindos dedos em V de unhas escarlate que se longificam por trás da longa e densa poeira deixada pelo rastro de meu velho Impala 1969. O vulto vítreo de cabelos longos presos com uma bic, não sabe que faço apenas o que é preciso; sigo meus tortuosos caminhos. Vejo balanços e cactos, miragens de lembranças em cima do capô, Jack Daniel’s como co-piloto e uma sinuosa estrada seca de emoções no meio do deserto assassino onde se ouve o blues de Mississipi, famintos urubus e... e a voz dela no meu toca-fitas...

[Amor; assumo que meus caminhos são longos, tortuosos, desérticos e incompreensíveis, mas todos têm fundamento e migram para um oásis emocional]
O nome do jogo
O crupiê diz:
Hey, culpe o jogo e não me culpe por jogar.
Não criei este jogo, muito menos as regras... conheço-as bem e, criei as minhas em cima das já existentes. Nunca trapaceio; apenas uso as regras contra elas mesmas, procuro caminhos alternativos, olho o jogo de cima, tenho calma, calculo e ataco com voracidade. Sou um jogador solitário e ardentemente calculista! Te levo pra cama e jogo em dupla enquanto dure o motel, mas na hora de entregar a chave do quarto, volto a jogar sozinho contra esse mundo de rainhas de egos inflados com hélio em balões de silicone. Sou um jogador maldito ouvindo blues e bebendo um dry martini, pois vivo vencendo e perdendo, errando e aprendendo, conquistando e te comendo, jogando e vivendo, te odiando e te querendo.
Os arquivos de minh’alma
O garoto do almoxarife diz:
Noites de verão, candelabros de luzes amarelas do centro da cidade, lago dos patos, conversas sinceras, capetices no tempo de escola, quermesses do bairro, roles de bicicleta, skate na Charles Muller, Curitiba, as garotas de Cascavel, shows insanos, flertes inesquecíveis, conquistas impossíveis, chupadas (nas bolas) que recebi...
Amigos de uma noite, raras bebedeiras, fumaça em becos, andanças com quem considero, meu velho Fusca azul pavão, catracas de ônibus, lua cheia, musicas que marcaram, mulheres que me mataram, me deram ou foram motes de punheta; sonhos de dias melhores, banhos de chuva, gafes horrendas, shows que fiz, glórias, percas, fodas, drogas e tudo que esqueci!
A visão santo maldito
O anjo caído e repetitivo diz:
Fui abençoado com uma visão que atravessa mundos, ultrapassa barreiras, compreende os incompreendidos, inclui os excluídos nesta festa de egos espumosos em taças de champanhe Cristal. Maldição abençoada que provoca meu exílio sentimental, assim como se eu fosse o Quasímodo abandonado na porta de uma igreja por culpa de meus traços demoníacos, alma de anjos celestes e um coração mais humano do que de toda a humanidade que me quer enforcar junta. Provavelmente terei um fim trágico; serei queimado em praça pública; serei caçado por homens ostentando tridentes e tochas, com pedras e madeiras nas mãos, que me odeiam por não me entender. Serei crucificado por culpa de minha maldita visão e atos santificados... ( e não me canso de falar sobre esse assunto)
Tempo Instável – Jukebox
PS: Depois do "quase-infarto" de ter me visto (lido) pela primeira vez nos blogs dos grandiosos Mário Bortolotto e do Márcio Américo; novamente me emocionei com mais um "quase-infarto" quando fui me deleitar no blog do grandioso Pierre que disse:

Brothers e/ou Bloggers:
[Txt furtado do blog do Pierre]

O Kim é um cronista invejável, seus relatos estão cada vez mais detalhistas e bem humorados; E eu estou sempre lá no blog, com meus coments idiotas;
+ Há um tempo atrás linkei aqui nessa pocilga amarela o Mr. MaicknucleaR, que conheci através do blog do Bluesman Bortolotto (quem não foi ao CCSP, perdeu a versão belíssima da música título do post). O Maick escreve bem pra caraio, é outra ilha de boa literatura, num ciberespaço cheio de lixo;
+ Outro recém linkado é o Thiago Pinheiro; Ele já teve lá suas aventuras com o Kim e o Edinho. Descubra tudo acessando o blog dele; Colaborem, porque o cara sempre reclama que ninguém lê;
+ Outra coisa. Meu fim de semana foi salvo por um bom papo com o Pinduca, a Dani, o Montenegro, a Marisa, o Marquinhos, entre muitos outros, durante a madrugada da tal “Virada Paulista”;
+ No domingo terrível, fui salvo pela onipresente Sandra; Minha melhor companhia, desde 1993.
= Sou um cara sortudo.
Escrito por masatoyk às 11h03

Link do Pierre:
jukebox-songs-stories.zip.net/
hey.. tem 2 post's inéditos abaixo... rsrs.
Solitário habitat
O vulto cabisbaixo diz:
O telefone não toca e não tenho pra quem ligar,
Cartas não chegam e não tenho para quem escrever,
Não recebo e-mails e não tenho para quem enviar,
Olho, olho, olho e sei que ninguém eu vou ver.

Ando pelos tristes cômodos e nem assombração me acompanha,
Preparo o jantar e uma antiga musica lenta,
Enquanto a outra cabeceira da mesa está (e vive) vazia...
Vejo meu triste coração cheio de teias de aranha,
Através de uma janela onde a solidão habita.