Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi

Sente o drama

Escola é o lugar onde o sistema premia aqueles que tem maior capacidade de repetir mentiras seculares e truques de dar a patinha... (na maioria, quase absoluta, dos casos). Existe uma disparidade abissal entre o tipo de ensino de uma escola pública em uma periferia em relação a uma escola particular de 1800 reais por mês. Muito se diz sobre "ser duas vezes melhor", mas compartilho, veementemente, da retórica abordada por Mano Brown, no começo de "A vida é desafio", em que ele indaga: "Como ser duas vezes melhor se estamos mil vezes atrasados? Quem foi o pilantra que inventou isso aí?". Por isso abordei, no roteiro de "Por cuecas e meias", a temática "oportunidade". Nesse roteiro não pensei nas técnicas que o curso de cinema me transmitiu, pensei em algo com um valor agregado violentamente superior a qualquer técnica: EU ESCREVI COM A ALMA. Coisa que a arte não tem mais, há tempos. Algumas vertentes artísticas contemporâneas andam como o sistema escolar: repetindo repetições como se fossem grandes vanguardas. Enfim. O tema implícito é: Como criar oportunidades se você vive em um entorno caótico onde a lei é a da selva, é a do cão; onde a única coisa em que se consegue pensar é em como pagar aluguel, como sair do SPC, como comer amanhã, como não levar tiro de polícia por ser negro, pobre, nordestino, um cara pardo num carro velho, enfim. Aí a arte fica na mão de, acredite, odeio essa moda de falar isso, mas como eu já falava sobre isso nos anos 90, quando ninguém abordava essa temática, então vou me dar a liberdade de falar: a arte está na mão de gente branca, privilegiada, desde a fundação dessa colônia que valoriza a imbecilidade e estrangeirismos imperialistas. As maiores oportunidades de arte, como retratei em "Por cuecas e meias" são de quem pode se dar ao luxo do métier social de "o dono da revista X mora no apartamento da frente", "meu cunhado conhece o dono de empresa X", "meu pai é amigo do dono da editora Y", enfim. E quando alguém que veio de uma situação desfavorável, começa a ter acesso à esse universo "superior" (superior entre inúmeras aspas), por maior talento que o mesmo tenha; por não fazer parte desse "jogo", as oportunidades que surgem são as migalhas que surgem, pois os donos do jogo, assim como as 13 famílias que dominam o planeta, só se relacionam, verdadeiramente, entre "eles". Eles preferem as indicações de seus patrícios(as), que dar uma oportunidade real, a alguém real, que vai fazer algo de VERDADE e com alma. É o que quem não tem qualquer resquício de arte nunca vai entender, não se trata de técnica, se trata de dar um jato de porra interdimensional onde nacos da sua alma escorrem pela mente alheia. A profundidade desse roteiro é grandiosa e me intriga, pois ninguém que o assistiu compreendeu isso, justamente por não terem esse tipo de sensibilidade psico/social e, ter que explicar em textão de blog é a demonstração mais clara e absoluta de como vivemos em tempos de um vazio digno de um vale das sombras. Eu me considero privilegiado, cresci em uma casa com muito livros, com um pai que tinha ímpetos violentos, mas me fazia assistir os documentários que passavam na TV Cultura, aos domingos, que estuda quase todos os dias (sei lá o que ele estuda, mas ele tá sempre lendo algo), que me deu o sobrenome Lênin (e através das minhas próprias pesquisas percebi que Lenin era só mais uma marionete dos donos do mundo, uma personalidade que aproveitou "as oportunidades"). E tenho algo intrínseco, que não considero sorte não, mas é algo que me fez conhecer e ser amigo de todo mundo que admirei nesse país. Respeito a teoria da lei da atração, mas acho que o que tenho é algo que vai além dessa alegoria (e aí entra meus pensamentos megalomaníacos). Sempre tive acesso à diferentes andares sociais nessa escadaria da vida, mas ando MUITO impressionado em como, nos últimos tempos, venho percebendo que as pessoas tem diplomas, viajam o planeta como quem vai daqui ao centro, essas pessoas, por mais retórica que possuem, por melhor que se expressem, por mais que pareçam ter um conhecimento profundo (por que se expressam MUITO BEM), elas tem muito poucas referências sobre, literalmente, sobre qualquer coisa, até mesmo das áreas em que são "especialistas". E o interessante de andar nesses andares mais altos das escadarias sociais é que até hoje nunca encontrei ninguém mais inteligente que um Fábio da Avenida Sanatório, que um Flávio Matos da Basílio Alves Morango, que uma Andrea Fernanda do Tucuruvi... Quando as pessoas da baixa receberem a informação correta e algum filho da puta os fizer ver e perceber que o que está na alta é vazio, insosso e não oferece ameaça nenhuma, além de deter poderes, que, na verdade, são mais imaginários que palpáveis, a coisa muda! Mas é como diz "A vida é desafio", estamos extremamente atrasados, mas não "estamos atrasados" em sentido literal, o correto é: nós fomos atrasados pelo topo de uma pirâmide sociopata que odeia quem não é de sua esfera social. Por isso sou avesso a coroas, diamantes, olho de horuz e pirâmides, pois são simbolismos que, quando usados por nós, aqui de baixo, é como se disséssemos: "amo meus donos", mas não vou entrar nesse quesito. Enfim, isso aqui não é uma epifania, nem indiretas, nem raivinha, pois minha opinião sobre isso é a mesma há mais de décadas! As raríssimas pessoas com quem posso desenvolver conversações mais elaboradas e que entendem o que é dito (as Andreas Fernandas e os Flávios da vida), são provas dessa minha visão que se arrasta pelos tempos. Vejo o mundo dessa forma desde 1991, sem ninguém ter pego minha mão e ensinado isso (agradeço muito ao Rap nacional da época e aos livros que haviam em casa). Enfim. O caso é que uma pessoa, que não é do meu círculo social, nem faz parte da minha rotina, mas talvez tenhamos uns dois amigos em comum no facebook, talvez um, veio me dar suas impressões sobre meu roteiro e percebi o quão vazias as pessoas estão, mesmo que elas pretendam te fazer um elogio. O quanto a "mensagem", que ali, é clara como a porra do dia na Antártida, não é enxergada. Enfim, pensei outra coisa, nada a ver. O quão essas pessoas da escada social/acadêmica tentam te classificar quando percebem que alguém, que na visão delas, deveria ser estúpida, tem mais conhecimento e referências que ela... Sempre rola alguma piadinha babaca, algo como um tiozão tosco soltar um "E aí, sangue bom" (mas como não sou idiota sei que isso é uma subliminar que te classifica perante os alheios) , enfim, parei kkkk. Deve ser triste se sentir inferior perto de alguém que você inferioriza, né? kkk. Enfim. Enfim mesmo. NO MAIS, como diria E.T. Bilú: Procurem conhecimento, vocês estão precisando, rs.


Kahboom

             Ia falar sobre como as pessoas ficam violentas e agressivas quando falamos sobre algo que elas não conhecem, não estudaram, não pesquisaram, não foram atrás, possuem zero cognição ou não tem REFERÊNCIA NENHUMA sobre o assunto que abordo... Ou sobre como meu ódio vai de 0 a 100 com pessoas que ficam agressivas comigo DO NADA (quer dizer, sabemos que é por falta de conhecimento) e como hoje eu reajo a isso de uma forma diferente de antigamente e em como não consigo nem olhar na cara de quem me deixa puto (nem vou dizer como reagiria antigamente, mas tenho um bairro inteiro que pode falar por mim). Sempre odiei pessoas que são agressivas DO NADA por culpa de SUA ignorância e isso tem um pé basal no que convivi em casa, enfim (e sei que essas pessoas agressivas nem sabem o que é basal, elas vão ter que ir no Aurélio). Ou em como as pessoas que falam sobre "sair da caixinha" são meras Matryoshka (quer dizer, elas nem sabem o que é Matryoshka - nem sabem o que é nada, enfim, na verdade as pessoas que não sabem de nada acham que sabem de tudo pq estão em posições de um poder fake). Ou sobre como Deus tem a mania de dar poder, dinheiro e oportunidades pra pessoas desreipeitosas que não merecem. Ou sobre como, desde pequeno, sempre fui homem o suficiente pra assumir minha culpa sobre minhas cagadas, mas se a cagada é técnica e não é minha, eu não assumo e nem vem com ideia de tentar me jogar responsabilidade!!! Eu sou macho e assumo meus erros, mas se o erro não é meu: não aceito e pónto final, aliás, virei um cuzão, um bosta, que tem que ficar quieto pq depende de certas situações pra viver... Ser o Maick é um lixo e por isso matei o MaicknucleaR, com ele a situação é outra (mas com ele não dá pra viver)!!! Vivi demais, com gente foda demais pra aceitar piti de quem não tem sensibilidade nenhuma, não manja nada de arte, não conviveu com ninguém que fez história nesse país. Maaaaas... Vou ficar na piadinha: Sabe onde vi seu nome escrito????
No mais, respeito é pra quem tem!!!! Ia parar de beber, mas já enchia a cara... E já diria o Poeta "sou Sabotage, não admito pilantragem.. Cotidiano difícil, mantenho o proceder, quem não contém tá fudido... Muita calma nessas horas é a lei da favela.. Marginal alado, conceituado, bem respeitado".

Primórdios do Dub Mariachi | Ensaio Aberto Nuclear Reggae Stylie (2016) – Tatuaria São Paulo

Primórdios do Dub Mariachi: Quando Ainda Era Nuclear Reggae Stylie (2016)


🎸 Um ensaio antes do nome virar peso - ao menos na minha mente

Antes de se consolidar como Dub Mariachi, o projeto atendia por Nuclear Reggae Stylie.
Era 2016.
Sem estrutura.
Sem palco armado.
Sem pretensão.

Apenas um ensaio aberto na Tatuaria São Paulo.

Na formação mínima:

  • MaicknucleaR – guitarra e voz

  • Vagau (atual integrante do Gritando HC) – baixo

Cru.
Direto.
Sem verniz.


🔥 O que esse vídeo representa

Esse registro marca o embrião do que viria a se tornar o Dub Mariachi.

Não é show.
Não é produto final.
É processo.

É som nascendo entre amigos, sem filtro técnico, sem produção polida.
Raiz mesmo.

Quem acompanha a trajetória entende que esses momentos são fundamentais para compreender:

  • A evolução estética do projeto

  • A transição do nome Nuclear Reggae Stylie para Dub Mariachi

  • A base reggae/dub que sustentou a proposta inicial


📼 Sobre o vídeo

Ano: 2016
Local: Tatuaria São Paulo
Formato: ensaio aberto
Clima: íntimo, despretensioso, underground

Gravação feita basicamente para registro entre amigos — mas que hoje funciona como documento histórico da gênese do projeto.


🔎 PALAVRAS-CHAVE ESTRATÉGICAS

primórdios Dub Mariachi
Nuclear Reggae Stylie
ensaio Dub Mariachi 2016
MaicknucleaR guitarra e voz
Vagau Gritando HC
reggae dub São Paulo
ensaio underground SP


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MaicknucleaR na 4ª Edição do Sarau da Terça no Club Noir | Filosofia, Arte e Provocação

MaicknucleaR na 4ª Edição do Sarau da Terça @ Club Noir: A Mesa Errada Nunca Foi Opção


🎤 O vídeo: presença e provocação

O vídeo registra a participação de MaicknucleaR na 4ª edição do Sarau da Terça, realizada no Club Noir — um espaço que, à época, reunia artistas, pensadores e criadores fora do circuito domesticado.

Não é apenas performance.
É confronto intelectual..


📚Confucius disse: "Se você é a pessoa mais inteligente da mesa, você está na mesa errada". Fiz um pacto comigo mesmo pra começar a estar em mesas onde eu seja o burro! Estudamos, lemos por anos a fio, nos informamos, nos inteiramos, vemos horas incessantes de documentários, buscamos informações de fontes outras, lemos Conde de Lautréamont, Dylan Thomas, fumamos as flores do mal do Baudelaire, temos congestão mental no ato de compreender a beleza da arte, os meandros da criatividade, a leveza e aspereza dessa coisa que chamamos de vida; escrevemos, compomos, vivemos o ato 1 da criação artística que é a dor de ter uma vida de merda, vamos ao teatro, lidamos com nossas misérias, filosofamos dia e noite acerca de tudo, indagamos os pensamentos, perscrutamos nosso íntimo, "questionamos como respiramos", enfim. Interessante como as pessoas incautas tem a incrível capacidade de não compreenderem qualquer raciocínio ínfimo que sai do quadradinho de seus (in)conhecimentos, que saia de suas (e saibam que odeio esse termo): caixinhas. E resta essa balela tosca de falar de futebol e ser o papagaio desmiolado da grande uma mídia que tem como mote principal o emburrecimento, seguindo os conceitos Rockefelerrianos (mas vai tentar dizer isso pra esse tipo de gente, vai dizer que o sistema de ensino, quase global, fora forjado sobre a cúspide de um sujeito que disse que: "não preciso de pessoas que pensem, preciso de pessoas que trabalhem"). É incrível como qualquer tipo de pensamento que busca uma concepção mais filosófica irrita as pessoas e como elas se blindam na confort zone do "se todos na mesa concordam comigo é pq estou certo". Gente burra é uma coisa, mas gente burra e arrogante é intragável, Já pessoas que não confiam na sua capacidade e lançam olhares deslumbrados sobre qualquer coisa que pareça diferente: acostumei! O que brilha é lantejoula, o ouro sempre se esconde na calha que está bem a frente de seus pés (e essas pessoas não conseguem ver). Tem coisas simples que são grandes motivadores que te impulsionam a melhorar. Como diria Les Brown: "Não importa o quanto seja díficil, ou o quão pior fique: Eu Vou Conseguir". E como eu vou dizer agora: "eu não quero que ninguém acredite nos meus 'sonhos', visões, ou projetos, só quero, TalveZ, um pouco da sua ajuda". Tenho uma historiazinha aí nessa vida de merda. De repente preciso lembrar quem sou e começar a lembrar do meu tamanho! Como diz um texto meu, na noite tem "prováveis sobreviventes e uma pá de bobos da corte".

MaicknucleaR

🧠 “Se você é o mais inteligente da mesa…”

A frase atribuída a Confúcio funciona como gatilho:

“Se você é a pessoa mais inteligente da mesa, você está na mesa errada.”

A proposta é simples e brutal: buscar mesas onde se é o menos confortável. Onde se aprende. Onde se tensiona.

Estudar por anos.
Ler Comte de Lautréamont.
Respirar Dylan Thomas.
Fumar simbolicamente as flores de Charles Baudelaire.

E ainda assim lidar com a frustração de viver em um ambiente onde o pensamento crítico irrita.


📚 Arte, dor e criação

O texto que acompanha o vídeo é quase um manifesto sobre o ato criativo:

  • A dor como primeiro ato da criação artística

  • A congestão mental diante da beleza

  • A necessidade de questionar até a própria respiração

Enquanto isso, do outro lado da mesa, a repetição automática de discursos prontos.
Futebol. Manchetes recicladas. Consenso confortável.

A crítica não é à ignorância — mas à arrogância da ignorância.


🏛 Sistema, educação e domesticação

O texto toca em uma ferida estrutural: a ideia de um sistema educacional moldado para formar trabalhadores obedientes e não pensadores críticos.

É nesse ponto que a arte entra como resistência.

O sarau, o palco, o microfone aberto tornam-se trincheira.


🔥 Ouro na calha

Nem tudo que brilha é ouro.
E o ouro raramente está onde as luzes incidem.

Há uma defesa do pensamento independente, da autonomia criativa e da recusa em agradar a plateias que só aplaudem o que já entendem.


🎬 Sobre o vídeo

Evento: 4ª Edição do Sarau da Terça
Local: Club Noir
Formato: performance + reflexão

Registro que documenta não apenas uma apresentação, mas uma postura diante da mediocridade institucionalizada.


🔎 PALAVRAS-CHAVE ESTRATÉGICAS NA TÓRA

MaicknucleaR Sarau da Terça
Club Noir São Paulo
vídeo sarau underground
arte e pensamento crítico
literatura marginal SP
manifesto artístico brasileiro
crítica ao sistema educacional


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MaicknucleaR | A Ignorância é Narcisista, o Desapego é Doutrina Vazia e os Descoladinhos São a Porcaria Mais Podre Dessa Vida Maltratada

A ignorância é narcisista. O "desapego" é a doutrina vazia da moda. A "luta" é um outdoor todo cagado por pombos. A hipocrisia é a cocaína dos novos tempos e esse povo descolado, de pés descalços e sorrisos marketinianos em fotos filtradas por dejetos abjetos e tatuagens fofas que dizem muito sobre nada e suas conversações prolongadas nos bares com luzes coloridas onde só entra quem já foi pra Europa ou beijou o cú do Tio Sam, continuam não me convencendo e enxergo a porcaria, no sentido literário, dessas suas almas entrevadas que cospem futilidades torpes típicas de quem nunca passou perrengue na porra dessa vida maltratada. Andam como patos, cheios cheiram como porcos e falam como papagaios com debilidade mental. Vocês são o mundo, o padrão ignóbil que todos querem seguir, malditos descoladinhos, branquinhas de sarau do caralho, hipster do meu saco suado após uma partida de futebol, escória metida a artista, playboys que tem vômito no lugar do cérebro e riem como retardados enquanto falam de filmes franceses de merda, dizem que estão na merda e pagam noventa contos num copo de uísque, mil numa festinha de final de semana, Se minha vida fosse tão feliz quanto a de vocês eu seria infeliz. Trepar no meio de um furacão de navalhas não é pra qualquer um. Eu me garanto no final do mundo enquanto um escritorinho de merda do Amazonas copia tudo que escrevo e não cita a fonte. Sonhei que atropelava algumas "blogueirinhas", me senti limpo.

#MaicknucleaR #IgnorânciaNarcisista #Descoladinhos #HipstersDoCaralho #BranquinhasDeSarau #AlmasEntrevadas #HipocrisiaCocaína #LiteraturaVisceral #ReflexãoPesada #SemFiltro #MaicknuclearEmpreendimentos

MaicknucleaR | “Um Frango Para Dois” – O Curta que Gravamos Num Domingo Qualquer e Virou Espera, Ansiedade e Carne Crua

MaicknucleaR | Um Frango Para Dois – Curta com Priscila Casari


Domingo minha equipe Danilo Motta, Bruno Borges, Beatriz Keiko, Felipe Falanga, Telma Gottlieb e eu gravamos o curta UM FRANGO PARA DOIS, estrelando a atriz Priscila Casari.

Texto do Danilo e meu. Eu na direção e fotografia.

Produção 100% MaicknucleaR, como sempre: sem grana, sem frescura, só vontade de contar o que arde por dentro.

Sinopse sem maquiagem: As horas passam junto com as expectativas de um final feliz pra esse jantar romântico. Mesa posta. O frango no forno. A cabeça vai longe… refletindo até onde a gente aguenta esperar, até onde o desejo vira armadilha, até onde o amor vira contagem regressiva.

É simples, é cru, é daqueles curtas de experimento mesmo que parecem filmados dentro da tua própria cabeça quando você tá sozinho com o prato e o silêncio.

Ficha técnica completa:

Foto da gravação de Um Frango Para Dois – MaicknucleaR

  • Direção e Fotografia: MaicknucleaR
  • Roteiro: Danilo Motta e MaicknucleaR
  • Elenco: Priscila Casari
  • Equipe: Danilo Motta, Bruno Borges, Beatriz Keiko, Felipe Falanga, Telma Gottlieb

Se você curte cinema independente brasileiro que mistura literatura visceral, ansiedade romântica, espera que corta e aquele gosto de “será que vai dar certo ou vai sobrar só o osso?”, esse curta foi feito pra você.

Assista agora (link direto):

https://www.youtube.com/watch?v=KoA4Rb5uVO8

Depois volta aqui e me fala nos comentários:

  • Qual expectativa te pegou mais?
  • Já ficou esperando alguém que nunca chegou?
  • Ou o frango queimou junto com a alma?

#UmFrangoParaDois #MaicknucleaR #CurtaMetragem #CinemaUnderground #PriscilaCasari #LiteraturaVisceral #JantarRomanticoQueDói #CinemaBrasileiroIndependente #MaicknuclearEmpreendimentos



HATE

Um grande escritor disse uma vez: “Uma vida cheia de promessas falidas e sonhos furados. Um espetáculo sem público. Um show sem artistas. Uma van sem groupies para nos lamber a virilha”. Oops, foi eu quem escreveu isso. Indo pro quarto mês sem ver um 💴 real. Perspectiva zero de melhoria de vida. Meus sonhos foram esquartejados e eu continuo por vã teimosia, pois no frigir dos ovos, na contagem dos ganhos, você é o que você tem. Eu tenho um carro velho, uma calça furada, alguns instrumentos musicais, um computador podre e um monte de sonhos empilhados nessa chacina vital. Mais valia. Não me manifesto, pois sei que meu status na Matrix é frágil e delicado. Qualquer movimento errado posso ser escarrado pra viver algo mais degenerativo. Inexisto. Continuo (a existir) por uma teimosa subjetiva e burra; essa vida sem vida não é vida pra ser vivida... Quem tem a bola manda no jogo e eu não vim para essa vida pra ser gandula - ao menos sempre acreditei nisso -, mas estou lá, pegando a bola no bueiro, passando a própria camiseta para limpá-la. Por mim entregaria os pontos, mas algo anímico em mim não deixa: essa esperança burra por dias melhores, por feriados mais brilhantes, por uma vida safa, por amores épicos e um pingo de prosperidade. No final ficam esses textos que não passam de indiretas para o criador do Universo, esses gritos inaudíveis de desespero e pedidos ocultos de ajuda e norte.
Às vezes a redenção se encontra após um amontoado de suor e trabalho duro. Quieto, no canto, sem brilhar, sem estar no foco das atenções. Nessa época de vidas imagéticas e cheias de ilusões megalomaníacas, as pessoas nem sonham que ser um instrumento em uma sinfonia (sem ser um robô subserviente), pode trazer uma satisfação basal. Por isso os antigos carpinavam até seus últimos dias e viviam muito e com muito mais qualidade, pois a sensação que se tem após um belo dia de trabalho pesado é a de que você é útil. A geração chorosa, imediatista e cheia do que os cientistas chamam de “mimimi”, seria mais mentalmente forte e útil se tivessem passado algumas dificuldades, tivessem tomado algumas surras de cinto e fossem carpinas um pouco.

Por Cuecas e Meias – Curta sobre Arte, Sociedade de Classes e o Artista Incompreendido (Gustavo Hon)

Por Cuecas e Meias

Registro oficial do curta‑metragem dirigido por Gustavo Hon e escrito por MaicknucleaR que levanta um debate profundo e sensível: até onde um artista incompreendido pode ir ao se desiludir com a arte? Este filme provoca reflexões sobre o lugar do artista e da arte em uma sociedade de classes, demonstrando como desigualdades estruturais moldam vidas, escolhas e identidades.

🎭 Equipa Técnica:

  • Produção: Danilo Motta

  • Direção: Gustavo Hon

  • Roteiro e Edição: MaicknucleaR

  • Direção de Arte: Beatriz Keiko

  • Fotografia: Lucas Martins Melo

  • Assistente de Direção: Luiz Gustavo dos Santos

  • Assistente de Produção: Diego Peixoto

  • Produtor de Arte e Platô: Pedro Henrique Silva

  • Assistente de Fotografia: Suellen Gomes

  • Operador de Câmera: Bruno Borges

  • Captação de Áudio: José Barbosa

  • Elenco: Renan Borges, Vicente Junior, Bruna Oliveira e Luiza Martins

🎬 Sobre o Filme:
Por Cuecas e Meias é um curta de ficção brasileiro (aprox. 7min) que já foi exibido em festivais como parte de mostras cinematográficas focadas em desigualdades sociais e o papel da arte em tempos de crise. A obra faz parte de uma seleção que debate temas políticos e culturais no cinema nacional.

💡 Por que assistir:
✔️ Se você curte filmes que provocam reflexão
✔️ Se interessou por cinema independente brasileiro
✔️ Busca entender a relação entre arte, sociedade e classe social

📌 Não esqueça:
🔔 Inscreva‑se no canal https://www.youtube.com/@MaicknucleaR
👍 Curta e comente o que essa obra significa pra você
📣 Compartilhe com outros amantes da sétima arte!

MaicknucleaR | Por Cuecas e Meias – Curta do Meu Roteiro no Instituto de Cinema

FILME DO MEU ROTEIRO FEITO COM ALUNOS DO INSTITUTO DE CINEMA. Edição e colorização também feitas por mim.

Sinopse sem enrolação:

Até onde um artista incompreendido pode ir ao se desiludir com a arte? “Por Cuecas e Meias” levanta uma discussão sem anestesia sobre o lugar do artista e da arte dentro de uma sociedade de classes que cospe no que não entende, que paga pouco, que aplaude pouco e que mata aos poucos.

Produção: Danilo Motta Direção: Gustavo Hon Roteiro: MaicknucleaR Direção de Arte: Beatriz Keiko Direção de Fotografia: Lucas Martins Melo Assistente de Direção: Luiz Gustavo dos Santos Assistente de Produção: Diego Peixoto Platô e Produtor de Arte: Pedro Henrique Silva Assistente de Fotografia: Suellen Gomes Operador de Câmera: Bruno Borges Edição e Colorização: MaicknucleaR Captação de Áudio: José Barbosa

Elenco: Renan Borges, Vicente Junior, Bruna Oliveira e Luiza Martins

É aquele curta que te deixa com o gosto de “porra, é exatamente isso que a gente vive”. Sem glamour, sem final feliz, só a realidade crua do artista que sangra pra criar e leva tapa na cara da sociedade que diz amar arte mas só ama status.

Se você é artista, já se sentiu descartável, já questionou pra que caralho continuar… esse filme foi feito pra você.

Assista agora.

Depois volta aqui e me fala:

  • Até onde VOCÊ já foi por causa da arte?
  • Qual cena te deu um soco no estômago?
  • Ou só quer mandar “caralho, Maick, acertou em cheio”?

Tô lendo cada comentário.

#PorCuecasEMeias #MaicknucleaR #CurtaMetragem #CinemaIndependente #ArtistaIncompreendido #SociedadeDeClasses #RoteiroMaicknuclear #InstitutoDeCinema #LiteraturaNoCinema #CinemaVisceral #MaicknuclearEmpreendimentos


MaicknucleaR

Tocando com meu projeto sonoro DUB MARIACHI, no festival IMPERDÍVEIS
MaicknucleaR
MAICKNUCLEAR 
MaicknucleaR
MAICKNUCLEAR




Vera Café – Homenagem à Artista Multimídia e Pioneira da Arte Urbana

 Vera Café – Uma Vida Dedicada à Arte Urbana e Multimídia

Hoje homenageamos a grande amiga e artista Vera Café, que nos deixou em 28/01/2018. Este vídeo é inédito na web e celebra sua trajetória marcada por inovação, crítica social e exploração do espaço urbano.


Formação e Primeiros Passos

  • Licenciatura em Artes Plásticas (FAAP, 1972‑1976)

  • ECA-USP (1982, aluna especial)

  • FAU-USP (1987 e 2000, aluna especial)

Desde cedo, Vera Café explorou elementos efêmeros e simbólicos na arte, buscando discutir o papel do artista na sociedade contemporânea.


Performance e Instalação Urbana

Vera Café se destacou por intervenções urbanas, performances e instalações em ruas e espaços de exposição de São Paulo. Entre seus projetos mais marcantes:

  • “Os Fantasmas do Cine República” (1978) – performance durante a demolição do icônico Cine República

  • Projetos carnavalescos para escolas de samba (1977‑1991)

  • Performance “Percepção das Calçadas” (2013) na Galeria Slaviero & Guedes

  • “Corpo Geográfico” (2014) – exposição e performance que integra corpo e espaço urbano

Seus trabalhos provocavam reflexão sobre urbanismo, arquitetura e comportamento social, muitas vezes combinando humor e crítica.


Contribuições Acadêmicas e Educacionais

Vera Café também foi educadora e pesquisadora, expandindo o debate artístico:

  • Semana de Arte e Ensino USP (1978) – “A aproximação do Artista e o Professor”

  • Participação em várias instituições, lecionando e orientando novas gerações de artistas


Exposições e Reconhecimento Internacional

Vera Café teve exposições no Brasil e no exterior, incluindo:

  • The Museum of Contemporary Hispanic Art, Nova York (1987)

  • Southeastern Massachusetts University, EUA (1987)

  • Museu de Arte Contemporânea da USP (1990) – projeto coletivo Connection Project/Conexus

  • MAM São Paulo (1993) – exposição Fantasmagorias

  • SESC Pompéia (1995) – exposição individual Alameda

  • Exposições coletivas e individuais de 2004 a 2014, incluindo Galeria Slaviero & Guedes e Centro Cultural São Paulo


Obras e Projetos Multimídia

Além das exposições, Vera Café produziu:

  • Vídeo‑poema “Corpo / Mover” (2012) – atingiu 13 mil views no Vimeo

  • Instalações como “Boulevar das Paralelas” (2012)

  • Participação em Casa Cor Trio 2011 como artista convidada

  • Organizou e doou acervo documental ao Centro Cultural São Paulo (2014)

Sua obra transita entre desenho, poesia, performance, vídeo e instalação, sempre com forte sentido simbólico e crítica social.


Legado e Influência

Vera Café é lembrada como uma artista que desafiou normas, unindo estética, reflexão urbana e política cultural. Seu trabalho abriu espaço para novas formas de arte multimídia e urbana, inspirando gerações a explorarem o espaço público como palco de expressão e questionamento.