Sente o drama
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Primórdios do Dub Mariachi | Ensaio Aberto Nuclear Reggae Stylie (2016) – Tatuaria São Paulo
Primórdios do Dub Mariachi: Quando Ainda Era Nuclear Reggae Stylie (2016)
🎸 Um ensaio antes do nome virar peso - ao menos na minha mente
Antes de se consolidar como Dub Mariachi, o projeto atendia por Nuclear Reggae Stylie.
Era 2016.
Sem estrutura.
Sem palco armado.
Sem pretensão.
Apenas um ensaio aberto na Tatuaria São Paulo.
Na formação mínima:
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MaicknucleaR – guitarra e voz
-
Vagau (atual integrante do Gritando HC) – baixo
Cru.
Direto.
Sem verniz.
🔥 O que esse vídeo representa
Esse registro marca o embrião do que viria a se tornar o Dub Mariachi.
Não é show.
Não é produto final.
É processo.
É som nascendo entre amigos, sem filtro técnico, sem produção polida.
Raiz mesmo.
Quem acompanha a trajetória entende que esses momentos são fundamentais para compreender:
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A evolução estética do projeto
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A transição do nome Nuclear Reggae Stylie para Dub Mariachi
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A base reggae/dub que sustentou a proposta inicial
📼 Sobre o vídeo
Ano: 2016
Local: Tatuaria São Paulo
Formato: ensaio aberto
Clima: íntimo, despretensioso, underground
Gravação feita basicamente para registro entre amigos — mas que hoje funciona como documento histórico da gênese do projeto.
🔎 PALAVRAS-CHAVE ESTRATÉGICAS
primórdios Dub Mariachi
Nuclear Reggae Stylie
ensaio Dub Mariachi 2016
MaicknucleaR guitarra e voz
Vagau Gritando HC
reggae dub São Paulo
ensaio underground SP
🏷️ TAGS
Dub Mariachi
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underground SP
história do Dub Mariachi
MaicknucleaR
MaicknucleaR na 4ª Edição do Sarau da Terça no Club Noir | Filosofia, Arte e Provocação
MaicknucleaR na 4ª Edição do Sarau da Terça @ Club Noir: A Mesa Errada Nunca Foi Opção
🎤 O vídeo: presença e provocação
O vídeo registra a participação de MaicknucleaR na 4ª edição do Sarau da Terça, realizada no Club Noir — um espaço que, à época, reunia artistas, pensadores e criadores fora do circuito domesticado.
Não é apenas performance.
É confronto intelectual..
📚Confucius disse: "Se você é a pessoa mais inteligente da mesa, você está na mesa errada". Fiz um pacto comigo mesmo pra começar a estar em mesas onde eu seja o burro! Estudamos, lemos por anos a fio, nos informamos, nos inteiramos, vemos horas incessantes de documentários, buscamos informações de fontes outras, lemos Conde de Lautréamont, Dylan Thomas, fumamos as flores do mal do Baudelaire, temos congestão mental no ato de compreender a beleza da arte, os meandros da criatividade, a leveza e aspereza dessa coisa que chamamos de vida; escrevemos, compomos, vivemos o ato 1 da criação artística que é a dor de ter uma vida de merda, vamos ao teatro, lidamos com nossas misérias, filosofamos dia e noite acerca de tudo, indagamos os pensamentos, perscrutamos nosso íntimo, "questionamos como respiramos", enfim. Interessante como as pessoas incautas tem a incrível capacidade de não compreenderem qualquer raciocínio ínfimo que sai do quadradinho de seus (in)conhecimentos, que saia de suas (e saibam que odeio esse termo): caixinhas. E resta essa balela tosca de falar de futebol e ser o papagaio desmiolado da grande uma mídia que tem como mote principal o emburrecimento, seguindo os conceitos Rockefelerrianos (mas vai tentar dizer isso pra esse tipo de gente, vai dizer que o sistema de ensino, quase global, fora forjado sobre a cúspide de um sujeito que disse que: "não preciso de pessoas que pensem, preciso de pessoas que trabalhem"). É incrível como qualquer tipo de pensamento que busca uma concepção mais filosófica irrita as pessoas e como elas se blindam na confort zone do "se todos na mesa concordam comigo é pq estou certo". Gente burra é uma coisa, mas gente burra e arrogante é intragável, Já pessoas que não confiam na sua capacidade e lançam olhares deslumbrados sobre qualquer coisa que pareça diferente: acostumei! O que brilha é lantejoula, o ouro sempre se esconde na calha que está bem a frente de seus pés (e essas pessoas não conseguem ver). Tem coisas simples que são grandes motivadores que te impulsionam a melhorar. Como diria Les Brown: "Não importa o quanto seja díficil, ou o quão pior fique: Eu Vou Conseguir". E como eu vou dizer agora: "eu não quero que ninguém acredite nos meus 'sonhos', visões, ou projetos, só quero, TalveZ, um pouco da sua ajuda". Tenho uma historiazinha aí nessa vida de merda. De repente preciso lembrar quem sou e começar a lembrar do meu tamanho! Como diz um texto meu, na noite tem "prováveis sobreviventes e uma pá de bobos da corte".
MaicknucleaR🧠 “Se você é o mais inteligente da mesa…”
A frase atribuída a Confúcio funciona como gatilho:
“Se você é a pessoa mais inteligente da mesa, você está na mesa errada.”
A proposta é simples e brutal: buscar mesas onde se é o menos confortável. Onde se aprende. Onde se tensiona.
Estudar por anos.
Ler Comte de Lautréamont.
Respirar Dylan Thomas.
Fumar simbolicamente as flores de Charles Baudelaire.
E ainda assim lidar com a frustração de viver em um ambiente onde o pensamento crítico irrita.
📚 Arte, dor e criação
O texto que acompanha o vídeo é quase um manifesto sobre o ato criativo:
A dor como primeiro ato da criação artística
A congestão mental diante da beleza
A necessidade de questionar até a própria respiração
Enquanto isso, do outro lado da mesa, a repetição automática de discursos prontos.
Futebol. Manchetes recicladas. Consenso confortável.
A crítica não é à ignorância — mas à arrogância da ignorância.
🏛 Sistema, educação e domesticação
O texto toca em uma ferida estrutural: a ideia de um sistema educacional moldado para formar trabalhadores obedientes e não pensadores críticos.
É nesse ponto que a arte entra como resistência.
O sarau, o palco, o microfone aberto tornam-se trincheira.
🔥 Ouro na calha
Nem tudo que brilha é ouro.
E o ouro raramente está onde as luzes incidem.
Há uma defesa do pensamento independente, da autonomia criativa e da recusa em agradar a plateias que só aplaudem o que já entendem.
🎬 Sobre o vídeo
Evento: 4ª Edição do Sarau da Terça
Local: Club Noir
Formato: performance + reflexão
Registro que documenta não apenas uma apresentação, mas uma postura diante da mediocridade institucionalizada.
🔎 PALAVRAS-CHAVE ESTRATÉGICAS NA TÓRA
MaicknucleaR Sarau da Terça
Club Noir São Paulo
vídeo sarau underground
arte e pensamento crítico
literatura marginal SP
manifesto artístico brasileiro
crítica ao sistema educacional
MaicknucleaR
Sarau da Terça
Club Noir
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literatura marginal
pensamento crítico
MaicknucleaR | A Ignorância é Narcisista, o Desapego é Doutrina Vazia e os Descoladinhos São a Porcaria Mais Podre Dessa Vida Maltratada
#MaicknucleaR #IgnorânciaNarcisista #Descoladinhos #HipstersDoCaralho #BranquinhasDeSarau #AlmasEntrevadas #HipocrisiaCocaína #LiteraturaVisceral #ReflexãoPesada #SemFiltro #MaicknuclearEmpreendimentos
MaicknucleaR | “Um Frango Para Dois” – O Curta que Gravamos Num Domingo Qualquer e Virou Espera, Ansiedade e Carne Crua
MaicknucleaR | Um Frango Para Dois – Curta com Priscila Casari
Domingo minha equipe Danilo Motta, Bruno Borges, Beatriz Keiko, Felipe Falanga, Telma Gottlieb e eu gravamos o curta UM FRANGO PARA DOIS, estrelando a atriz Priscila Casari.
Texto do Danilo e meu. Eu na direção e fotografia.
Produção 100% MaicknucleaR, como sempre: sem grana, sem frescura, só vontade de contar o que arde por dentro.
Sinopse sem maquiagem: As horas passam junto com as expectativas de um final feliz pra esse jantar romântico. Mesa posta. O frango no forno. A cabeça vai longe… refletindo até onde a gente aguenta esperar, até onde o desejo vira armadilha, até onde o amor vira contagem regressiva.
É simples, é cru, é daqueles curtas de experimento mesmo que parecem filmados dentro da tua própria cabeça quando você tá sozinho com o prato e o silêncio.
Ficha técnica completa:
- Direção e Fotografia: MaicknucleaR
- Roteiro: Danilo Motta e MaicknucleaR
- Elenco: Priscila Casari
- Equipe: Danilo Motta, Bruno Borges, Beatriz Keiko, Felipe Falanga, Telma Gottlieb
Se você curte cinema independente brasileiro que mistura literatura visceral, ansiedade romântica, espera que corta e aquele gosto de “será que vai dar certo ou vai sobrar só o osso?”, esse curta foi feito pra você.
Assista agora (link direto):
https://www.youtube.com/watch?v=KoA4Rb5uVO8Depois volta aqui e me fala nos comentários:
- Qual expectativa te pegou mais?
- Já ficou esperando alguém que nunca chegou?
- Ou o frango queimou junto com a alma?
#UmFrangoParaDois #MaicknucleaR #CurtaMetragem #CinemaUnderground #PriscilaCasari #LiteraturaVisceral #JantarRomanticoQueDói #CinemaBrasileiroIndependente #MaicknuclearEmpreendimentos
HATE
Um grande escritor disse uma vez: “Uma vida cheia de promessas falidas e sonhos furados. Um espetáculo sem público. Um show sem artistas. Uma van sem groupies para nos lamber a virilha”. Oops, foi eu quem escreveu isso. Indo pro quarto mês sem ver um 💴 real. Perspectiva zero de melhoria de vida. Meus sonhos foram esquartejados e eu continuo por vã teimosia, pois no frigir dos ovos, na contagem dos ganhos, você é o que você tem. Eu tenho um carro velho, uma calça furada, alguns instrumentos musicais, um computador podre e um monte de sonhos empilhados nessa chacina vital. Mais valia. Não me manifesto, pois sei que meu status na Matrix é frágil e delicado. Qualquer movimento errado posso ser escarrado pra viver algo mais degenerativo. Inexisto. Continuo (a existir) por uma teimosa subjetiva e burra; essa vida sem vida não é vida pra ser vivida... Quem tem a bola manda no jogo e eu não vim para essa vida pra ser gandula - ao menos sempre acreditei nisso -, mas estou lá, pegando a bola no bueiro, passando a própria camiseta para limpá-la. Por mim entregaria os pontos, mas algo anímico em mim não deixa: essa esperança burra por dias melhores, por feriados mais brilhantes, por uma vida safa, por amores épicos e um pingo de prosperidade. No final ficam esses textos que não passam de indiretas para o criador do Universo, esses gritos inaudíveis de desespero e pedidos ocultos de ajuda e norte.
Por Cuecas e Meias – Curta sobre Arte, Sociedade de Classes e o Artista Incompreendido (Gustavo Hon)
Por Cuecas e Meias
Registro oficial do curta‑metragem dirigido por Gustavo Hon e escrito por MaicknucleaR que levanta um debate profundo e sensível: até onde um artista incompreendido pode ir ao se desiludir com a arte? Este filme provoca reflexões sobre o lugar do artista e da arte em uma sociedade de classes, demonstrando como desigualdades estruturais moldam vidas, escolhas e identidades.
🎭 Equipa Técnica:
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Produção: Danilo Motta
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Direção: Gustavo Hon
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Roteiro e Edição: MaicknucleaR
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Direção de Arte: Beatriz Keiko
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Fotografia: Lucas Martins Melo
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Assistente de Direção: Luiz Gustavo dos Santos
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Assistente de Produção: Diego Peixoto
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Produtor de Arte e Platô: Pedro Henrique Silva
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Assistente de Fotografia: Suellen Gomes
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Operador de Câmera: Bruno Borges
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Captação de Áudio: José Barbosa
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Elenco: Renan Borges, Vicente Junior, Bruna Oliveira e Luiza Martins
🎬 Sobre o Filme:
Por Cuecas e Meias é um curta de ficção brasileiro (aprox. 7min) que já foi exibido em festivais como parte de mostras cinematográficas focadas em desigualdades sociais e o papel da arte em tempos de crise. A obra faz parte de uma seleção que debate temas políticos e culturais no cinema nacional.
💡 Por que assistir:
✔️ Se você curte filmes que provocam reflexão
✔️ Se interessou por cinema independente brasileiro
✔️ Busca entender a relação entre arte, sociedade e classe social
📌 Não esqueça:
🔔 Inscreva‑se no canal https://www.youtube.com/@MaicknucleaR
👍 Curta e comente o que essa obra significa pra você
📣 Compartilhe com outros amantes da sétima arte!
MaicknucleaR | Por Cuecas e Meias – Curta do Meu Roteiro no Instituto de Cinema
Sinopse sem enrolação:
Até onde um artista incompreendido pode ir ao se desiludir com a arte? “Por Cuecas e Meias” levanta uma discussão sem anestesia sobre o lugar do artista e da arte dentro de uma sociedade de classes que cospe no que não entende, que paga pouco, que aplaude pouco e que mata aos poucos.
Produção: Danilo Motta Direção: Gustavo Hon Roteiro: MaicknucleaR Direção de Arte: Beatriz Keiko Direção de Fotografia: Lucas Martins Melo Assistente de Direção: Luiz Gustavo dos Santos Assistente de Produção: Diego Peixoto Platô e Produtor de Arte: Pedro Henrique Silva Assistente de Fotografia: Suellen Gomes Operador de Câmera: Bruno Borges Edição e Colorização: MaicknucleaR Captação de Áudio: José Barbosa
Elenco: Renan Borges, Vicente Junior, Bruna Oliveira e Luiza Martins
É aquele curta que te deixa com o gosto de “porra, é exatamente isso que a gente vive”. Sem glamour, sem final feliz, só a realidade crua do artista que sangra pra criar e leva tapa na cara da sociedade que diz amar arte mas só ama status.
Se você é artista, já se sentiu descartável, já questionou pra que caralho continuar… esse filme foi feito pra você.
Assista agora.
Depois volta aqui e me fala:
- Até onde VOCÊ já foi por causa da arte?
- Qual cena te deu um soco no estômago?
- Ou só quer mandar “caralho, Maick, acertou em cheio”?
Tô lendo cada comentário.
#PorCuecasEMeias #MaicknucleaR #CurtaMetragem #CinemaIndependente #ArtistaIncompreendido #SociedadeDeClasses #RoteiroMaicknuclear #InstitutoDeCinema #LiteraturaNoCinema #CinemaVisceral #MaicknuclearEmpreendimentos
Vera Café – Homenagem à Artista Multimídia e Pioneira da Arte Urbana
Vera Café – Uma Vida Dedicada à Arte Urbana e Multimídia
Hoje homenageamos a grande amiga e artista Vera Café, que nos deixou em 28/01/2018. Este vídeo é inédito na web e celebra sua trajetória marcada por inovação, crítica social e exploração do espaço urbano.
Formação e Primeiros Passos
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Licenciatura em Artes Plásticas (FAAP, 1972‑1976)
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ECA-USP (1982, aluna especial)
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FAU-USP (1987 e 2000, aluna especial)
Desde cedo, Vera Café explorou elementos efêmeros e simbólicos na arte, buscando discutir o papel do artista na sociedade contemporânea.
Performance e Instalação Urbana
Vera Café se destacou por intervenções urbanas, performances e instalações em ruas e espaços de exposição de São Paulo. Entre seus projetos mais marcantes:
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“Os Fantasmas do Cine República” (1978) – performance durante a demolição do icônico Cine República
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Projetos carnavalescos para escolas de samba (1977‑1991)
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Performance “Percepção das Calçadas” (2013) na Galeria Slaviero & Guedes
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“Corpo Geográfico” (2014) – exposição e performance que integra corpo e espaço urbano
Seus trabalhos provocavam reflexão sobre urbanismo, arquitetura e comportamento social, muitas vezes combinando humor e crítica.
Contribuições Acadêmicas e Educacionais
Vera Café também foi educadora e pesquisadora, expandindo o debate artístico:
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Semana de Arte e Ensino USP (1978) – “A aproximação do Artista e o Professor”
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Participação em várias instituições, lecionando e orientando novas gerações de artistas
Exposições e Reconhecimento Internacional
Vera Café teve exposições no Brasil e no exterior, incluindo:
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The Museum of Contemporary Hispanic Art, Nova York (1987)
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Southeastern Massachusetts University, EUA (1987)
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Museu de Arte Contemporânea da USP (1990) – projeto coletivo Connection Project/Conexus
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MAM São Paulo (1993) – exposição Fantasmagorias
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SESC Pompéia (1995) – exposição individual Alameda
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Exposições coletivas e individuais de 2004 a 2014, incluindo Galeria Slaviero & Guedes e Centro Cultural São Paulo
Obras e Projetos Multimídia
Além das exposições, Vera Café produziu:
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Vídeo‑poema “Corpo / Mover” (2012) – atingiu 13 mil views no Vimeo
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Instalações como “Boulevar das Paralelas” (2012)
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Participação em Casa Cor Trio 2011 como artista convidada
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Organizou e doou acervo documental ao Centro Cultural São Paulo (2014)
Sua obra transita entre desenho, poesia, performance, vídeo e instalação, sempre com forte sentido simbólico e crítica social.
Legado e Influência
Vera Café é lembrada como uma artista que desafiou normas, unindo estética, reflexão urbana e política cultural. Seu trabalho abriu espaço para novas formas de arte multimídia e urbana, inspirando gerações a explorarem o espaço público como palco de expressão e questionamento.


