Urban Groove (para celular ) & Festival Reviva Rap no CICAS
Bom. Eu gostaria de dizer que estou feliz pelo retorno aos blogs, mas não é bom dizer "felicidade" até segunda ordem, pois já derrubaram meus blogspots inúmeras vezes (muitas por invejosos que odiavam o número de visitas que alguém como eu - alguém fora dos padrões Vilamadalenosos - alcançava). Migrei para o wordpress e até perdi o tesão de escrever naquele sitezinho frio e sem chances grátis de personificação de páginas e etc. Nesse meio tempo fiz uns 40 videos, uns 7 clipes, editei um documentário, perdi um bebê, fiz várias apresentações com o sarau musicado Verbos Curtos, criei o Sarau Portátil e muitas outras coisas, menos escrever (digo: escrever mesmo). Na real, como venho ostentando diariamente entre amigos, eu "parei de escrever por raiva. Por ver tanta asneira literária sendo tachados como gênios, por ver quantos "fodões" não passam de uns completos Ignóbeis Cheios do Ibope e Zero Talento. De assistir aquele entrelinhas e sentir vontade de vomitar com tanta asneira branca que os alvos e Cultilizados balbuciam. De ver quem publicou meus textos cagando pra mim e endeuzando o velho e bom mais do mesmo e a similaridade exata dos clones siamêses". Tanto que nem tenho pretensões literárias para com este blog, este espaço é mais para divulgar as milhares de novidades que rolam por aqui, que são infindas e carecem de registro, do que para textos... Me perguntam pq nunca envio meus textos pra editoras: ora, vc já viu algo realmente bom sair de uma Companhias das Letras da vida? Por isso nem perco meu precisoso ócio com idiotas do grande mercado da egocentria...
Mas então, toda vez que começo a escrever dá nisso, começo e não paro, mas já que consegui me refrear: é bom estar de volta, mesmo dentre as Bovarys e as paneladas do "circuito". O espaço como dito é para novidades então: Dia 25 tem mais uma etapa do Reviva Rap no Cicas e dessa vez estarei por lá sem violão ou escritos a parte, estarei rimando no concurso e me desejem sorte, aliás, não me desejem nada, deixa que eu me viro! Fica aí embaixo o vídeo da primeira estapa contendo 4 sons meus, com participação do Mc Az que se empolgou e atropelou alguns dos meus sons, mas tá em casa! Ah, abaixo segue um pensamento que escrevi no facebook e algumas pessoas não creram que eu que escrevi. Mas já adiantando ao mundo "Citações são para gente sem talento que não se garante com o que escreve". E é isso, o layout ainda está em construção, falat retirar rebarbas e etc, mas é inox.
"Hoje não tem arrebol, apenas um sujo horizonte prateado, cinza. Aqui sobram músicas que lambem o pescoço da alma e motes para alguns suicídios leves. Penso em ser saudosista, mas o futuro prepara seus feixes de luz atrás de meus novos e nebulosos horizontes..."
MaicknucleaR
Dançando Valsa Nos Salões Do Inferno MaicknucleaR
📖 Sinopse do livro
Dançando Valsa nos Salões do Inferno
Em Dançando Valsa nos Salões do Inferno, o leitor é conduzido por uma jornada visceral através de paisagens emocionais intensas, onde dor, desejo, memória e delírio se entrelaçam como passos de uma dança sombria.
A obra mergulha em camadas profundas da existência humana, explorando conflitos internos, tensões sociais e os limites entre o real e o simbólico. Cada página pulsa como um movimento coreografado entre o caos e a lucidez — um convite para atravessar os próprios infernos pessoais enquanto se busca sentido no meio da combustão.
Com linguagem densa, imagética e provocadora, o livro transforma sofrimento em estética e faz do abismo um salão iluminado por metáforas afiadas. Não é apenas uma leitura — é uma experiência sensorial e filosófica.
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Dançando Valsa nos Salões do Inferno: literatura intensa que transforma dor em arte
Se você busca uma obra que ultrapassa o convencional e mergulha fundo na complexidade da condição humana, Dançando Valsa nos Salões do Inferno é leitura obrigatória.
O livro propõe uma experiência literária intensa, marcada por uma narrativa que oscila entre o poético e o perturbador. A obra conduz o leitor por um percurso emocional que dialoga com temas como angústia, identidade, conflito interno e transcendência.
🔥 Sobre o que é Dançando Valsa nos Salões do Inferno?
A narrativa apresenta um universo simbólico onde o “inferno” não é apenas um espaço físico, mas um estado psicológico e existencial. A dança — metáfora central da obra — representa a tentativa humana de encontrar equilíbrio em meio ao caos.
A escrita é marcada por:
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Linguagem sensorial e imagética
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Reflexões filosóficas profundas
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Atmosfera intensa e provocativa
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Construção simbólica densa
O resultado é uma obra que dialoga com leitores que apreciam literatura contemporânea, existencialismo e narrativas que desafiam padrões tradicionais.
📚 Por que ler Dançando Valsa nos Salões do Inferno?
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Para quem aprecia literatura experimental
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Para leitores que buscam profundidade emocional
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Para quem gosta de textos que exploram o lado obscuro da psique
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Para amantes de narrativas poéticas e simbólicas
Mais do que contar uma história, o livro provoca. Ele exige envolvimento, entrega e reflexão. Não é uma leitura superficial — é uma imersão.
🎭 Literatura contemporânea brasileira e seus novos caminhos
Obras como Dançando Valsa nos Salões do Inferno mostram como a literatura brasileira contemporânea segue explorando territórios inovadores, misturando estética, crítica social e subjetividade.
Se você procura um livro impactante, que permanece ecoando mesmo após a última página, essa é uma escolha certeira.
A liberdade de condicional diz:A beleza aurora-borealesca de minhas cores flamejantes jamais se altivaram, alcançando assim, a lâmina azul do firmamento sem nuvens. Minhas asas estão aptas para a prática da navegação aérea, mas o espaço aéreo foi tomado por urubus carniceiros e corvos praguejantes dotados de alto nível de Q.I. (quem indica). Falo meus sentimentos com as flores, pois apesar de estar preso a uma corrente e uma bola de aço, não tenho rabo preso com nenhum ser vivente desta fauna maldita de favores boquetados, egos de hidrogênio. Minha voz muda pesa como aço e minhas cores talvez nunca sejam vistas no mar de urubus.
O poeteiro diz:Alço vôos rasantes e delirantes,
Solto bombas de titica em bonés, ternos e turbantes,
Estupro os olhos de leitores ofegantes,
Desando mulheres e garotas excitantes...
Tomando drink’s flamejantes,
Debaixo de saias esvoaçantes,
Derrubo fotos imortais de cima das estantes,
Faço a eternidade se tornar um simples instante...
Causo impressões realmente impressionantes,
Arranco solos bluesescos de violões tonante,
E continuando escrevendo merdas extasiantes!
O ladrão de cinzeiros e toalhas diz:
O chuveiro de água quente e o quarto com TV e som, são máscaras inverossímeis plantadas na face do mundo que há lá fora. São camuflagens urbanas de uma guerra fria entre a melancolia suicida plantada nas raízes do coração e a felicidade onerosa de comercias de margarina que vendem sua carniça enlatada em falsos pacotes de felicidade, lacrados em sorrisos falsos e petrificados de botox e conservados em esperma de girafa. O revolver sobre o criado mudo, minhas roupas sob a cama, uma puta de ladinho tomando no que um dia também foi lacrado e um desejo suicida na mente sem futuro e melancólica que cospe jatos de porra atolados entre duas bandas de pães que untaram a pobre faca com fétido chocolate.
A pergunta perguntouA trilha é longa, o destino é incerto; não tenho mapa ou a mínima noção de onde estou indo. Peregrinando... Andando mil milhas na terra sem fim, esquecido por Deus e de alpercatas furadas. “Escrever é tudo que temos no final das contas” me disse o grandioso Mário Bortolotto, concordo plenamente, mas acho que já ultrapassei o final das contas e o que me resta são duvidas infindáveis que vem com dois opcionais: “seguir ou se jogar”, duas simples alternativas: "atravessar a ponte ou se jogar dela". A pergunta: Será que vale a pena continuar (escrevendo)? Não será uma grande perda de tempo? Um grande e estertorante desperdício de forças e talentos inertes? Não será apenas uma masturbação cultural que me levará para as latrinas de uma vida fudida e mal paga? Vale a pena agüentar os tapas na cara da vida? Se você souber... Me responda!
O estelionatário diz:Sozinho no escuro eu tenho medo, pois não vejo ninguém. É triste ver o que estou vendo, se não vejo você. Lembro que chamava e você vinha, estava comigo todo santo dia; estava presente em todos os momentos: de perdas, de glórias, de alegrias. E agora que você se foi... Deixou um coração magoado, ressentido e acuado que só pensa em você! Como pode fazer isso assim? Não deixou nenhum bilhete pra mim!...
Eu odeio sua ingratidão, te dei casa e comida e você filha da puta me deixou na mão...
Rex, volta pra casa... Sua ração ta no prato...
Oh rex, volta pra casa seu cachorro ingrato.
O velho Bluesman e a espingarda dourada dizem:Abro a porta...
A velha cadeira de balanço se move sozinha e derruba a espingarda por culpa do vento leste; trago a guitarra debaixo de um braço e uma garrafa de whiskey na outra mão.
Ela se foi...
Ligo a guitarra na velha caixinha instalada ao lado da velha cadeira de balanço, encho o meu velho companheiro o: “copo” e uso a caixa como mesa.
O vento cospe centelhas de uma chuva que está por vir... Ela se foi...
As nuvens relampejam as faíscas de meu antigo amor, a chuva chora por meu coração, a plantação bambeia como minhas desfalecidas pernas semi-alcoolizadas.
Ela se foi...
O primeiro gole; a primeira lembrança dela nua; o primeiro solo; a primeira música: “Blow Wind Blow do Jeff Healey”.
O Blues se aconchegou acusticamente debaixo da minha tempestade de lembranças, bebeu no meu copo manchado, inundou meus ouvidos, transou comigo solando em êxtase, balançou a cadeira e não deu a mínima pro vendaval...
O Blues chegou, mas...
Quem se foi mesmo?
A amostra grátis de infâmia pecaminosa diz:
“Caixeiro viajante”(Autor: MaicknucleaR)
Que merda és tu oh caixeiro viajante,
Que fuma da mais tenra e preciosa erva,
Que se diz relaxado por algo da terra,
E ria a todo instante...
Quem és tu que por onde passa,
Deixa uma trilha de fumaça,
De um energúmeno trem inebriante...
Por que seus olhos têm cor de chama?
Porque chama a fome de larica?
Por que ri quando o cliente raclama,
E manda o trabalho às picas?!
Corrompendo nações, ferindo corações, jogando inocentes aos leões “Há, Há, Há”. Ele é o mau nos becos da noite e da morte ele é a foice. “Buhhh”, você acha que não, mas ele está comendo seu coração; deturpando a paz e a decência, levando o mundo a maldita decadência. Influências de maledicências; avareza... Em seu trono está sentado pensando impurezas. Sentado, ele controla o mundo, pois é rei do caos e do absurdo!”
Trecho de “Sombras da noite” de: MaicknucleaR & UzzmetralhA
As divagações da sombra da noite

A caneta desabafante diz “eis o texto”:
Assim como o dito cujo acima, também sou uma sombra da noite; esgueirando-me nas latrinas da vida com cadernos e putas, escrevendo com canetas escusas, usando a claustrofobia de uma alma dilacerada que vive na clausura de uma alcova luxuriosa, buscando esperança em corpos sinuosos que me levam a redenção da lascívia; andando por ruas de caminhos incertos de rumos sem destinos. Torno-me uma sombra, um ser virtual de vida limitada a sites, blogs e teclas de computadores emprestados por baixo prazo. Faço amigos que nunca vejo e considero-os irmãos distantes. Garotas que me mimam sem saber que minha baixa-estima já matou e enterrou meu ego em cova profunda. Nem sei porque escrevo este monte de merda; só escrevo! Continuo sendo uma sombra da noite mendigando olhos com apetite de leitura inútil. Deus me esqueceu mil milhas atrás... Vago pelo deserto de mim mesmo.
O relógio da Galeria Pagé diz:Não tenho tempo para perder com as verborragias da vida, preciso ser sucinto e conciso, virar os copos de licores malévolos e sanguinolentos; encontrar minha redenção loquaz em valas fétidas e prostitutas de salto alto que navalham a alma de carteiras abarrotadas com fotos de esposas infelizes.
Não tenho tempo pra ficar velho e nunca ficarei, mas a morte corre atrás de mim com seu possante carro “tunado”, e eu estou na porra de um fusca 67 com um só carburador fazendo sinal de fumaça para que a urgência de minhas palavras sejam lidas por outros loucos e aflitos que fazem roleta russa com armas automáticas e arrumam brigas pelo simples prazer de sair do mundo real e serem reis de si mesmo.
Não tenho tempo para sua piedade muito menos para o seu olhar altivo; não tenho tempo para narizes empinados de vadias analfabetas, não tenho tempo para idiotas.
Mas perco meu tempo em futilidades luxuriosas, escárnio à vida, roubar os cds de blues do meu pai e ficar olhando fotos idiotas em busca de inspiração!
A bússola diz:Estou a deriva no oceano de uma vida sem destino.
Não sei o que quero, muito menos para onde vou.
Sigo sem medo de ser feliz. Só aprendo errando na minha errante vida, rumando pro arrebol de um presságio maldito de uma cigana que disse que eu me tornaria escritor (mesmo sendo só um musico frustrado) e morreria na queda de um elevador.
Meu destino não está na palma da minha mão, nem bolas de cristal nem naquela cigana idiota e seus presságios pré-pagos de uma figa. Eu não tenho destino, nem rumo pré-estabelecido em um mapa imaginário, nem nasci sabendo o que queria ser quando crescer e até hoje, ainda não sei o que quero. Sigo um destino putrefeito que leva ao abismo moral e psicológico, um rumo luxurioso que me leva para dançar valsa nos salões do inferno.
Qual seu mundo oh segregador?Qual é seu galardão quando me segrega oh nobre gentil homem? Dizes que não fazes parte de meu mundo, mas qual é seu tão egrégio habitat? Que lugar de tamanha galhardia é esse, onde os seres biltres ufanizam-se por sua falsa probidade e segregam seus semelhantes chamando-os de hunos! Nobre senhor, minhas vestes são de maltrapilho, minha face não é do sul europeu, mas não sou insolente ou estulto, nem ando os caminhos da ignomínia.
De onde vem esta tua disparidade para comigo? Nasci sim, na horda dos infames, mas tenho coração opulento de nobreza, jamais segrego os diferentes; olhe para o espelho e veja a merda que fazes homem vil que pensa ser rei.
Por isso digo-lhe nobre senhor: “enfie sua segregação no meio do seu rabo! E vá tomar sem K.Y. no meio do seu cu seu filho da puta... e volte pro seu mundinho ridículo e fechado onde você é o superiorzão”.
Grato!
No paradoxo sem, controle remoto, simplesmente automático diz:Não! Como...? ... Já disse que não!
Não... Quem...? Porque...? Não... Quem...?
Heeeey, estes amigos não são meus... ! Como assim... ?
Nada aqui é meu e muito menos para mim! Porque... ?
Estas fotos na parede não são de minha infância, muito menos de minha família e aquela não foi minha primeira namorada!
Este quarto de hotel não foi pago por mim, estas roupas no armário não são minhas, nem sei o por que estou dentro deste quarto familiar, porém estranho.
Quem é esta voz no telefone que me deseja uma boa noite, diz que está com saudades e termina dizendo que me ama?
O amor desta pessoa não é meu e nem para mim, na verdade, nada é meu, nada dessas coisas familiares são realmente conhecidos meus.
Um exemplo... Esta janela, aliás, além desta janela. A paisagem que vem embutida por trás desta simples janela com detalhes gregorianos, não é para os meus olhos!
O violão no canto do quarto não foi feito para meus dedos tocarem, o edredom na cama não é para que eu me cubra, o pijama do meu tamanho não é para me vestir durante o sono!
Este elevador por onde desço não me levará para baixo.
Este porteiro que me cumprimenta pelo primeiro nome nem sabe qual é o meu nome e na verdade, nem tenho um nome.
A sensação da garoa desta cidade denominada “da garoa” me atinge, provocando-me uma estranha sensação de estar dentro de um corpo que não é o meu.
Converso com um taxista e não escuto nenhum som, as ruas desta cidade também me são familiares, mas tenho certeza de que nunca estive aqui.
Nunca comprei um pão nesta padaria, nunca parei neste bar de esquina, nunca vi estas pessoas que conversam comigo.
Nunca respirei, mas sinto meus pulmões pulsando. Nunca fumei e estou com um cigarro nos lábios que não são meus.
Quem sou eu, como, porque, onde, quando, o que, quem sabe, de onde vem... Nunca ouvi e nunca farei tais estúpidas indagações.
Quem sou eu...? Sou muito menos do que você pensa e muito mais do que um dia você já ousou imaginar!
Para onde vou...? Vou!
De onde vim...? Vim de onde estou indo.
Porque...? Eu que lhe pergunto: porque?
Sou a metade do nada com a metade do tudo!
Existo mesmo não estando aqui...
As pessoas me vêm mesmo eu sendo invisível.
Volto a ser eu mesmo, mas... Eu nunca fui EU e para piorar... Eu nunca fui... Nunca serei...
Paradoxo...
Nada, tudo...
(*trechos de textos retirados do site "Opastrame" © 2005 MaicknucleaR/AltacasA. Todos os Direitos Reservados.)
TÁ FODA, AINDA TO SEM PC E SOU OBRIGADO A CHUPAR MEUS PRÓPRIOS TXT DO PASTRAME.. merda...
(*trechos de textos retirados do site "Opastrame" © 2005 MaicknucleaR/AltacasA. Todos os Direitos Reservados.)
Escárnio, mofa, zombaria insultante:"...um imbecil do bairro me viu tocando violão e teve a pachorra de me perguntar: - Maick, você toca. Eu Respondi: - Não animal, eu faço sapateado!"
"...dias atrás fui a um restaurante chique e o garçon me disse: - Meni?! - Não otário; essa é a Angélica. Meni é sua mãe!"
"...o gerente da boate me disse que uma de suas "empregadas" queria sair comigo, e eu disse: - Quanto ela me paga?!"
"Polêmico sou eu que mandei o padre tomar no cú no meio da missa de domingo".
Romantismo, paixão, putaria:
"Hoje à tarde vou arrombar a porta de seu apartamento!
Vou levar comigo duas mil pétalas de rosas vermelhas que roubei em jardins pela cidade;
Varrerei seu tapete, limparei seu armário, organizarei seus cd’s em ordem alfabética e retirarei o pó de cima de sua TV..."
"Quem es tu nobre senhora, que sutilmente invadiu minha vida e possuiu minha alma?
Quem es tu, que me acompanha em todos momentos de minha vida e só me deixa na calmaria do silêncio absoluto?..."
"...ela perguntou: “cadê o videogame?”, puxei ela com força e joguei-a na parede, peguei a mão dela e passei no meu pau e disse: “pega no meu controle”. Antes de qualquer reação, enrolei o cabelo dela na minha mão e disse: “agora você é minha”. Beijei feito um louco desvairado roçando gostoso naquela coxona que eu deseja há tempos. Num tranco a joguei na cama e fui tirando a camiseta (pensando que nesse exato momento ela iria dizer que queria ir embora ou coisa assim). Pro meu espanto ela nada disse e começou a tirar a roupa..."
Insanidade & depravação:
"...como eu sou uma pessoa normal, se tiver uma garrafa no meu quarto eu mijo nela, mas não saio nem fudendo.
Será que essa visita non grata não percebe que ela não tem intimidade, não é amiga da família, não é bem vinda, não é nem do círculo de amizades, não é parente, não é porra nenhuma... Não é nada, não é ninguém e se morrer não vai fazer falta e ninguém daqui vai ao enterro nem muito menos dizer: "meus pêsames" ou mandar condolências... "
"...eu sei que quando ele tinha doze anos, teve um caso com a psicóloga dessa "casa de correção", ela dava o cu para ele no chão da salinha dela e pelo que ele me dizia, ela só dava o cú mesmo, enquanto os outros menores esperavam do lado de fora para serem atendidos..."
"...e três depois meses ele me liga dizendo que está morando com uma professora de piano aposentada cega; ex-mulher da vida que agora tinha um açougue e precisava de alguém para cuidar da casa, dos negócios e da buceta de 67 anos dela. Ele trabalhava de manhã, no final da tarde comia a velha e a noite ia pra rua andar de skate..."
Confissões da alma:
"Adoro sentir o cheiro de seu corpo!
Você é a minha rosa bege.
Você é o néctar dos deuses que produz um aroma ímpar."
Leseiras:
"...durante meus passos olhei para a calçada e vi que raios saiam dela.
Vejo a áurea de quem caminha ao meu lado sair pela camiseta como se fossem ondas de rádio.
As luzes dos carros brilham como se meus olhos estivessem cheios de lágrimas."
"Lá vem ele lixando as paredes de um beco fulo e sujo com a metade esquerda de seu corpo sem sustentação devido a seis dias de bebidas de má qualidade, cigarros Paraguaios e bares de blues..."
"foi quando percebi a loucura que havia feito (deixar o violão sozinho).
Peguei uma ponta que estava no bolso de trás e acendi..."
e etc...
"quando ouviu: “- Não seja mal educado, diga oi para minha Glock”. Seu sangue tingiu a parede de vermelho, pedaços de seu cérebro escorriam como lemas por toda a parede!"
"...foi quando minha mãe abriu a porta da sala e me viu sentado no sofá, segurando o pau pra cima enquanto a Jacqueline chupava minhas bolas. Ela exclamou "ahh meu deus", e eu disse: "calma mãe, não é nada disso que você está pensando"
O que era ruim há de se tornar pior...
opastrame.falai.net - 2006
AGUARDEM

