Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi

Caiu a Rede | Novo texto de MaicknucleaR

Texto de MaicknucleaR
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    Há quanto tempo não olho a cidade e seus fótons tilintando em polvorosa nos entremeios de concreto, aço e sonhos implodidos?  Há uma ternura sádica na leveza de sua imobilidade inconstante e agitação inconsciente. 

    Raramente acredito em destino, mas sei que os destinatários, existem, nessa Babel sem torres.

    Pirilampos quadriformes ocultam segredos, revelam a expansão vital desordenada que ecoa. E há quem se perca no tecido atmosférico, e nos cantos estridentes de sereias desalmadas. É brutal a relação do hoje, em relação ao agora. Raramente alguém está presente nele. E toda a busca por sentido não faz sentido algum. E toda a busca por sentirmos, cada vez mais, nos deixa apáticos, em relação ao outro. Não existe o ouvir, só existe o falar. Afinal, quem se importa caso sua nau afunde, em água rasa, e os cine registradores cinocéfalos se deleitem em seu voyerismo identitário?

    Amor, amor, uma invenção recente. Instinto, instinto, perene e imanente. Sou eu sou eu quem guia nessa estrada fria e obscura, onde os espíritos zombam da minha falta de frescura. Todas as setas inflamadas se direcionam para a esquerda, dando uma volta infinita nesse quarteirão com queijo, amargo e mofado, em que nem as baratas depositam seus beijos.

    Caramelo atropelado, estacionamento vazio, farol amarelo assassino, sirene longe ecoando sua dor. As paredes não só ouvem, elas falam comigo, através da simbologia oculta da megalópole.

    Gentileza gera prepotência, sim. Arrogância sempre precede a queda, porém de uma forma secular e vagarosa. Os arrombados sempre estão vencendo. 

    Tem Grafeno no cachorro-quente, mas ela não sente frio naquela rua inquieta, da mesma forma que seu coração não tem a beleza de uma lua cheia de entulho.

    Talvez se eu deitar na gasolina amaine meu coração cheio de pólvora. Bom. Melhor prestar atenção na estrada. Não dá pra escrever a 120 por hora numa via de 60. Mas tudo que minha alma grita é: acelera, acelera.

    Não sei se o caminhão de lixo passou hoje, porém, sei que a vida é pura energia em combustão. O controle abriu o portão e não sei se isso é bom... Serão 20 minutos dobrando o manto do espaço tempo, parado, mofando espiritualmente, dentro do carro, esperando o milagre que nunca vem.

    Colocam moscas nos meus drinks, deliberadamente, enquanto mosquitos sanguinários adentram meu nariz enquanto aspiro a vida. Mas não, meu amigo inexistente, não há motivos para descalabros. Há uma vida carburando lá fora. E no limiar da desistência eu pego mais uma carta na mesa vital e continuo meu jogo. 

    Gosta de uma russa... desde que ela venha bailando em uma roleta e a curiosidade de ver como essa merda termina, me eleva ao próximo segundo, com um sorriso sardônico. 

Desconexo!


3 comentários:

Thaís Furlan disse...

👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼

Anônimo disse...

MUITO BOM MEU MANOWWWWW

Anônimo disse...

MaickNuclear !

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