Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi
Quando fomos eternos
O doce de leite da vóvó diz:
Lembro-me do tempo em que o quarteirão de minha rua era maior do que todo o universo que há em meio do firmamento.
Tempos em que podíamos pegar estrelas com as mãos e guardávamos aviões dentro de nossas camisetas dois peixinhos.
Da rodinha sobressalente do lado esquerdo da velha BMX as manobras espetaculares em cima da mesma.
Tempo em que o escuro nos seduzia, intrigava e provocava choros.
Tempo que em que desbravamos o mundo dentro de pequenos caminhões de madeira, aventuramo-nos em velhas casas assombradas atrás de fantasmas. Anos oitenta onde assistíamos os filmes de adolescentes colegiais loucos por sexo, e passávamos meses com aqueles peitões americanos na cabeça e dizendo: “eu vi, você não viu”.
Tempo onde a calmaria da falta de assunto não incomodava como hoje em dia. Exatamente nesses momentos, olhando para o velho lago de Mairiporã quando um de nossos pais levava, comendo pão com mortadela e tomando guaraná, quietos... Nós éramos eternos

7 comentários:

Anonymous disse...

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Luana Vignon disse...

estou dependente disso aqui, dispenso receita e diagnóstico, quero mas é ficar doente de você... roubei um conto teu e pus no Stultífera. beijo

Laerte Késsimos disse...

nossa estamos em sintonia de nostalgia!

Luana Vignon disse...

agora fodeu! ouvi a tua voz...

arrudA disse...

salve Maick!

vim desarrumar um pouco mais a minha cabeça por aqui.

e desarrumei meu coração.

abraço de arrudA

CarlaJu disse...

E continuo a conjecturar a seus pés da eternidade.
Que bonito!

claudia disse...

Afe...
indiscutivelmente
eternos

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