Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi
A força que move o núcleo diz:
Sublimadora
Vibração na atmosfera que desbrava meus poros; toca percussão em meus tímpanos, arpeja os pelos de meu corpo e me leva a um estado de sublime arrepio...
Um estado de êxtase como se fosse o próprio nirvana alcançado, atinjo iluminação (de um grande palco).
A sublimadora cria em mim emoções, lembranças, saudades, momentos...
Acompanha-me do chão do banheiro vomitado, ao altar divino de minha vida.
Sigo trilhando esta sonora vida louca enquanto a sublimadora me persegue nos bancos de trás de carros, nos bares de blues, nos shows de hardcore, nas hip-hop ruas.
A sublimadora que me faz descer e chorar, subir e pular no sofá, dar a mínima ou me importar, amar e odiar...
Hospedeira benção maldita em minha alma...
Sem estilos, sem diferenças ou segregações...
Musica...
Só... Musica...

Texto retirado de "Ensejos Nucleares". Copyright © 2005 MaicknucleaR/AltacasA.

1 comentários:

Anonymous disse...

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