Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma?, e esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi ■ Tão menos dolorosa, suas noites de veludo. Sudário celeste das ninfas Bi, abóbada degenerescente de um sortilégio de absurdos. ■ Como beijar o céu sem levar pipoco na cara? Como viver se a vida é o próprio trauma? Esse trauma não passa de uma falsa ideologia alheia. ■ Esse atentado teológico de: “Vá, filosofe, procrie e se mate”. A maratona da vida sobre estes campos minados. Sobre estes Elísios das piores entidades mundanas… ■ Escute Dub Mariachi agora: @dubmariachi em todas as redes ■ Acesse agora: www.youtube.com/@dubmariachi
Amigos para siempre
O filho diz:
A tertúlia com exórdio na gênese da adolescência.
Écbases ao extremo na escada da escola.
As longas tardes engendrando conversas enquanto a agulha arranhava discos e mais discos e mais discos...
Todo aquele mundo semi-novo que fazia nossos olhos fulgenciarem enquanto éramos felizes sem saber.
As ficantes efêmeras, o infindável universo musical, os rolês de bicicleta, histórias inolvidáveis, enfim, os bons momentos de amizade.
O filho que meu pai não teve, meu primo de sangue diferente.
Meu eterno amigo as três e quinze da madrugada...


(Foto: esq. MaicknucleaR dir. Deathdesigner "Sérgio vicente)

O pai traduz:
A união de amigos com início na começo da adolescência.
As mudanças repentinas de assunto na escada da escola.
As longas tardes criando conversas enquanto a agulha arranhava discos e mais discos e mais discos...
Todo aquele mundo semi-novo que fazia nossos olhos brilharem enquanto éramos felizes sem saber.
As garotas que se foram, o infinito universo musical, os rolês de bicicleta, histórias inesquecíveis, enfim, os bons momentos de amizade.
O filho que meu pai não teve, meu primo de sangue diferente.
Meu eterno amigo as três e quinze da madrugada...

4 comentários:

Anonymous disse...

Hello I really like your blog I have a Home Jobs site/blog. It pretty much covers Home Jobs related stuff.

márcio américo disse...

SAUDADE E TERNURA "ESCONDIDOS" EM MEIO A PORRADARIA VERBAL! GOSTEI.
AÍ, LINKEI VC LÁ NO MEU BLOG!

Vanessa disse...

Fala, figura!
Gostei daqui! Já que pensante é demais, esta foz de quixotescas filosofias já é parte das minhas favoritas!
Até mais!
:*

arrudA disse...

salve Maick

Poeta nuclear
da rua pra fora
da alma pra dentro

abraço de arrudA

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