Apresentação do Sarau Portátil no Uvaia Hostel

Sábado, 30 de julho às 14:00 - 22:00 @ Uvaia Hostel - Rua Morgado de Mateus 273, 04015-050 São Paulo::: • Flashes tattoo a partir de 100$ • Oficina e Expo de pintura em shapes • Sarau Portátil com MaicknucleaR

O Que é Amor de Verdade? Uma Reflexão Sem Filtro

Creio eu, em minha insapiência, que o maior ato de religiosidade é perceber o quanto estamos errados em relação ao alheio, ao outro. E a única religião que existe é a palavra mais deteriorada e estuprada pela indústria musical, cinematográfica e outras: o "amor". Não creio que "amar" uma pessoa seja "amor". Isso é uma comunhão de interesses e afinidades consumadas através de uma boa foda. Creio que o amor é mais extenso, mais vasto e abrange a todos. Lembro que há 9 anos eu estava na porta de um teatro e um senhor de rua veio tentar conversar com aquele povo e estranhamente só eu dei atenção ao mesmo. Todos agiram como se ele fosse apenas um vulto. Hoje cometi esse ato com um "noia" que veio falar comigo e segundos depois me perguntei: "Que merda aconteceu comigo?". Me senti mal por isso... Dividir pra conquistar. Creio que seja o fruto de um sistema maldoso que busca nos excluir uns dos outros por meras questões comerciais. Marcas, status, times, religiões, partidos políticos, cor, enfim. Queria rever esse cara e dizer: "Mano, foi mal naquele dia, minha mente tava a milhão pensando em imbecilidades que me foram incutidas na mente e que na real nem me dizem respeito". Enfim. Pode me achar estranho. Muita gente acha que pelo tipo de arte que produzo eu tenho que agir como um tipo de bad boy, mas para quem acha isso, perdão, ou vocês são muito burros, ou realmente não entenderam nada da minha proposta. Eu boto pra fuder MESMO, sou dissidente por natureza, Terrorismo Poético na veia, mas isso não me obriga a ser mais uma dessas pessoas perfeitas online. Eu tenho meus problemas e a maioria deles, assim como os seus, são apenas uma questão de perspectiva. E uma perspectiva tão bem elaborada pela forma que fomos criados (família, escola, amigos, mídia e outras influências), que nem percebemos que nossos problemas são meros choramingos de crianças mimadas. Me sinto grato por ter epifanias quase diárias há quase 2 anos direto. Me sinto grato por apanhar da vida justamente onde me dói mais: na mente.

As Aventuras de MaicknucleaR Temp1. Ep.10 from MaicknucleaR aka New Killah Mike on Vimeo.

Uvaia Hostel - As Aventuras de MaicknucleaR

Uvaia Hostel - As Aventuras de MaicknucleaR Temp1. Ep.9 from MaicknucleaR aka New Killah Mike on Vimeo.

LOWRIDER BRASIL - 2016 (na lente de MaicknucleaR)

 Tem coisa que não é sobre carro.

É sobre identidade.

No Episódio 8, diretamente do asfalto nervoso de São Paulo, com a alma pulsando na Mooca, a cultura lowrider vira declaração estilosa de guerra silenciosa contra o comum.

Aqui não tem carro “tunado”.

Tem história e cultura sobre rodas.

O lowrider nunca foi só mecânica. É política visual. É resistência cromada. É engenharia emocional dos guerreiros dos guetos. Enquanto o mundo corre pra parecer igual, a cena lowrider desacelera e tem essência única.

E é nesse flow que MaicknucleaR aka New Killah Mike conduz o vídeo.

🚗 Clássicos que não pedem aprovação

Quando um Chevrolet Impala cruza a rua rebaixado no limite do impossível, não é ostentação.

É manifesto.

Quando um Ford Galaxie reluz sob o sol paulistano, ele não está desfilando — ele está contando uma narrativa de herança cultural.

O Chevrolet Monte Carlo e o Cadillac DeVille não são só máquinas.

São cápsulas do tempo com suspensão hidráulica.

Lowrider não é pressa.

É postura.

🎨 Cultura é o motor

Graffiti, tattoos, estilo, bandanas, dickies, música, expo, rua.

Não existe lowrider sem arte. Não existe arte sem rua.

A estética conversa com o hip hop, com o funksoul, com a cultura chicana.

Conversa com todo mundo que já se sentiu fora do padrão e decidiu transformar isso em estilo.

É lifestyle.

É tribo de asfalto.

É código de conduta.

🧠 Lowrider é filosofia de rua

A cultura lowrider ensina uma coisa simples:

Enquanto o mundo compete, o lowrider celebra.

Enquanto o algoritmo exige velocidade, o lowrider exige presença real, RESPEITO e disciplina .

🎬 Porque assistir?

não é só um vídeo.

É um registro cultural.

Se você acha que lowrider é só carro rebaixado, você ainda não entendeu nada.

Mas relaxa… dá tempo.

A rua sempre ensina.


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sistema de coisas

O território nacional é uma grande mina terrestre. Nem chamo certos padrões de burrice, mas de ingenuidade arquitetada. Essa fraude chamada sociedade, que sempre habitou o seio da demência, se arraiga nas tetas da psicose. O rebanho mama na pica dos sociopatas, espera afagos dos senhores do engenho e carinhos de seus algozes. São currados pelos cavalos das tróia mentais e se regozijam ao serem estuprados, por entender isso como inclusão num sistema de coisas onde nada abaixo da megaelite tem valor. Falo poeticamente, sim, com a certeza absoluta de saber que serei mal interpretado. E sabendo que essa falta absurda de qualquer raciocínio filosófico é o sintoma primeiro de que estamos prester a dar uma cabeçada nesta "mina".

Casa cultural???

As Aventuras de MaicknucleaR - Temp1. Ep.6 from MaicknucleaR aka New Killah Mike on Vimeo.

Dessa vez o rolê foi no ASA CULTURAL

Galerias e Jazz

As Aventuras de MaicknucleaR - Temp1. Ep.5 from MaicknucleaR aka New Killah Mike on Vimeo.

OUTRAS AVENTURAS - EP.2

Outras Aventuras - Ep.2 - Lambe Lambe from MaicknucleaR aka New Killah Mike on Vimeo.

Mercado das Pulgas

As Aventuras de MaicknucleaR Temp1. Ep.4 - Mercado das Pulgas from MaicknucleaR aka New Killah Mike on Vimeo.

terceira edição das Aventuras de MaicknucleaR


As Aventuras de MaicknucleaR Temp1. Ep.3 from MaicknucleaR aka New Killah Mike on Vimeo.
Rolê do dia 9//4/16 @ Sesc Consolação, Praça Roosevelt, Rua Augusta, Vão do Masp e Tatuaria São Paulo. Edição, filmagem e apresentação: MaicknucleaR Música: Tantu - Chapel Of Dreams
As Aventuras de MaicknucleaR Temp1. Ep.2 - Role Combo from MaicknucleaR aka New Killah Mike on Vimeo.

OUTRAS AVENTURAS

Eis que me surge outra ideia além do novo (e pretensiosamente semanal) "As Aventuras de MaicknucleaR", o "Outras Aventuras", Este avulso e sem cronologias. Hoje fiz o primeiro episódio mostrando os segredos ocultos da arte do Silk, com meu irmãozinho Fernando Moraes da Tatuaria São Paulo. Tanto "As Aventuras...", quanto o "Outras Aventuras" serão sempre vídeos curtos, dinâmicos e recheados com informações visuais. Segue aí o primeiro episódio.

Outras Aventuras - Ep.1 - Silk com Miurrauze from MaicknucleaR aka New Killah Mike on Vimeo.

As Aventuras de MaicknucleaR - Primeiro episódio

"As Aventuras de MaicknucleaR" - a ideia é toda semana ir à eventos culturais gratuitos e fazer um registro dinâmico com vídeos de 2 à 5 minutos. Aceito sugestões de agenda, inbox. Acompanhem. 
Exposição coletiva @ InLoco Lar Galeria, criação e curadoria Kátia Lombardo e Simone Siss.

25 to life

Tenho esse problema da sinceridade extrema. Converso até com cachorro da cracolândia sobre assuntos delicados. Não tenho medo da minha vida. Vem quente que eu to torrando no asfalto. Vontade de espremer a vida e injetar na veia. Preciso de mais tempo que meros 90 anos. Quero um pó de vida pra rasgar as narinas. Um bong de vida da boa. Um licor de existência da melhor qualidade. Sensação de invencibilidade que só sinto em turbulências. A pressão cai. Tudo fica escuro. E continuo rindo e pedindo mais desafios, continuo socando o ar. Quero replay dessa porra, câmera lenta, melhores momentos, retrospectica. Quero ver meus erros em 4k, qualidade de cinema. Quero meus acertos guardados para os momentos mais íntimos. Se chorei ou se sorri isso só diz respeito a mim. Sem comparativos. Cada idiota com sua idiotice e mesmo não fazendo parte disso respeito a idiotice alheia. Foda-se. Me dá um trago dessa vida de segunda, uma fungada dessa vida de terceira. Não, baby, não to falando de bagulho. To falando de vida. De sede por essa merda vital. Tenha discernimento poetico, é só o que peço.

Sobre arte e egos deturpados

Uma discussão "artística" importante (ou não). Um vizinho aqui me indagou acerca de "você ganha dinheiro com sua arte?". Respondi sinceramente, sim, às vezes tiro quantias exorbitantes em espaço de tempo ínfimo. Tiro alguns salários mínimos no espaço de 45 minutos. Mas que, em 95% do tempo, chegar a esse montante é comparável a uma caminhada no deserto rumo à uma terra prometida que nunca chega. Aí ele veio com aquele papo do que eu deveria fazer para me tornar "famoso" e ter "retorno" com as coisas que faço. E lá vamos nós. Primeiro. E eu tentei explicar isso. Porque diabos eu me tornaria "famoso"? A concepção geral é que isso só me tornaria conhecido, comeria algumas interesseiras, mas, e aí? Se ser famoso significa que posso ter a oportunidade de ter uma vida melhor, passar por menos dificuldades, ficar tranquilo financeiramente, conviver com pessoas melhores e mais sábias e esclarecidas, aí eu quero ser famoso. Mas sabemos que na concepção geral e absoluta da nação e mundo, não é essa a perspectiva de "fama" que as pessoas tem em mente. E essa perspectiva deles, da qual prefiro nem entrar em questão, na moral, eu não quero. Aí o cara me pergunta do porque fazer arte se não ganho nada com isso, se não me preocupo em me degladiar para ser visto sendo que isso iria "me ajudar". Aí entra o ponto chave do pq eu eu comecei esse post. A resposta, ao menos em minha mente, é simples. A maioria das pessoas que criam, que desenvolvem arte, com o passar dos anos vão virando pai de família, vão se tornando garçons, engenheiros, operadores de telemarketing, motoristas de ônibus, advogados, médicos, enfim, com o passar do tempo, aquela veia artística morre neles e na alma deles. E pq diabos isso acontece? Por que eles criaram expectativas muito grandes visando um futuro imediato. Ou seja. Muitos deixam de viver correndo atrás de algo que na maioria quase absoluta dos casos não vai dar em nada. Buscam fama, dinheiro, sexo fácil com gente sem caráter. E, no fim, acabam batendo punheta de madrugada, pra mulher dele não perceber. Agora vem o ponto X da questão chave. E por que não fazer apenas por que você é isso, pq isso faz parte de você e isso é parte do seu todo. Não estou dizendo para abdicar de ter sucesso. Estou dizendo para criar arte independendo de resultados que só existem para o seu ego. Ou seja, leve sua vida, trabalhe, faça outras coisas, se especialize em outras vertentes, mas NUNCA deixe de criar, NUNCA use a desculpa da falta de tempo e SEMPRE tenha em mente uma nova criação. Faça com amor, coloque sua alma, corra atrás, sim, divulgue sim, fale com as pessoas sim, mas NUNCA deixe o resultado negativo te afetar a ponto de querer desistir. Você tem que fazer, seguir os trâmites, mas não deve esperar resultados que talvez só existam em sua mente. Foque na lua, atire para o céu, se não der em nada continue, pois caso você acredite que se não deu certo você tem que desistir de criar, amigo, então vai tomar no seu cú e sai fora daqui pq não te respeito. A maioria das pessoas que se esfriaram foi devido a muita gana e pouco suor, muita vontade de imediatismo e pouco trabalho focado em deixar um legado, muita busca de fama em vez de trabalho em autoconhecimento, buscaram muito o exterior e não trabalharam em sua parte interna e assim ficaram vazios a ponto de deixarem de lado, de matarem sua essência. Quando eu escrevi o Dançando Valsa Nos Salões Do Inferno. eu via que a maioria dos escritores que eu pedia ajuda para me publciar me viam como ameaça aos seus mundinhos, após lerem meu livro, sendo que tem espaço de sobra pra todos e, na encolha, me fechavam portas. Coloquei na internet e creio que ele já foi baixado mais de 20mil. Ou seja. Se eu ficasse naquela frustração de editoras, de "meus amigos não me ajudam", meu livro ao invés de ter sido apreciado MILHARES de vezes, ele estaria mofando numa pasta do windows. E hoje posso juntar a vendagem de todos que não me ajudaram que não dá um quarto do que eu consegui. Ou seja. Eles tem a "fama", eles aparecem no Entrelinhas, mas quem realmente atingiu as pessoas? Tome isso como exemplo e falo isso sem ser um discursinho tosco de autoajuda, mas, porra, essa é a porra da vida, brow. Fazer. Como diz aquele velho som "underground ou mainstream a maioria é igual pra mim, caminhos diferentes que levam para o mesmo fim". Resumindo, quanto mais eu fizer e menos olho gordo tiver, mais eu vou continuar fazendo, sem medo de frustrações, mas, claro, sempre objetivando bons resultados daquilo que faço. Se virar, virou. Se a grana vier, se a fama vier, abrace com todas as forças, mas saiba que esse é um mundo fútil, onde amigo só te suga, garota só te chupa, portanto mantenha sua qualidade interior para não acabar se jugando do vigésimo segundo andar de um prédio por que sua "faminha" acabou. O amor é interno, ninguém de fora pode te dar isso. Nem "quem te ama" tem esse poder. Busque o sucesso da sua mente, antes de tudo.

Herbert Souza (Tiu Funk) & MaicknucleaR: Confronto, Consciência e Rua em Estado Bruto

PRIMEIRA DO ANO 
Tem música que entretém.

E tem música que confronta.

A parceria entre Herbert Souza e MaicknucleaR nasce nesse segundo campo — o da fricção. Não é trilha para distração. É som para acordar neurônio adormecido.

Aqui não existe zona de conforto. Existe tensão criativa.


🔥 Arte Como Conflito Interno e Social

A faixa caminha naquele território perigoso entre:

  • indivíduo vs. sistema

  • consciência vs. alienação

  • criação vs. sabotagem

  • lucidez vs. delírio coletivo

Não é discurso panfletário.
É denúncia existencial.

Existe uma sensação constante de embate — não apenas contra estruturas externas, mas contra o que foi plantado dentro de nós. A letra aponta para o sistema, mas também aponta para o espelho.


🎧 Estética Sonora: Rua, Peso e Verdade

A construção sonora flerta com o underground urbano brasileiro.
É crua. É direta. Não pede aprovação.

Se existe influência, ela dialoga com a tradição do rap de protesto e da música independente feita fora do circuito corporativo. É espírito de rua, sem verniz.

MaicknucleaR mantém a identidade que já conhecemos do projeto Dub Mariachi: poesia urbana, ceticismo, densidade lírica. Herbert Souza adiciona camada reflexiva, quase documental, ampliando o impacto.


🧠 Consciência Não É Confortável

O ponto central da música é simples e brutal:

Consciente demais para fingir.
Lúcido demais para se encaixar.

Ela não vende esperança pronta.
Ela provoca responsabilidade individual.

É arte que questiona:

  • O que você consome?

  • O que você repete?

  • O que você acredita sem perceber?


🚧 Música Independente e Integridade Criativa

Num cenário onde algoritmo dita tendência, essa faixa reafirma uma coisa: integridade artística ainda existe.

Não é produto moldado para viralizar.
É som que aceita o risco de ser incômodo.

E isso, hoje, é quase revolucionário.


🔎 Palavras-chave secundárias

  • música independente brasileira

  • rap underground Brasil

  • parceria musical independente

  • crítica social na música

  • poesia urbana brasileira

  • som alternativo nacional

  • hip hop consciente Brasil

  • arte independente São Paulo