O Terrorismo Poético 4, meu curta-metragem (na verdade, uma série), será exibido no MUBE (Av. Europa, 218) no dia 07/12, a partir das 19h15.
Programação: http://mube.art.br/wp-content/uploads/2013/11/programação_cine_mube_vitrine_independente_10.pdf
Muito doido isso.
No dia 25 de janeiro, o Terrorismo Poético 3 era para ter sido exibido no Museu da Imagem e do Som (MIS). Aí, como sempre, “rolou uma reunião” e decidiram que meu filme era bom demais para eles.
Seis meses depois, meu documentário Cola de Farinha.Doc foi exibido lá no MIS (BUYA), dentro do Festival Cultura Inglesa.
Agora, no 4, fiz tudo certo… mas mandei faltando várias coisas do regulamento e tinha certeza de que não seria aprovado.
MAS ROLOU.
E DALE.
Acho demais ver coisa minha rompendo muros de instituições “respeitáveis” — de novo e de novo. Quem me conhece sabe: sou da rua, sem um puto no bolso, sendo escarrado pela sociedade artística paulistana de merda, me fudendo de cabo a rabo todo santo dia em vários setores.
Com o tempo, também fica claro que muitas portas são fechadas por “amigos”, conhecidos e camaradas — tudo em oculto.
Os mesmos que participam de mil eventos nunca me convidam pra nada, cobram convite quando algo meu acontece e ainda criticam quando eu entro em algum cenário.
Teve até um cara que eu respeitava tentando articular com um “contato” pra vetar meu filme no SESC.
Mas deixa ele com seus jogos de intriga e influência.
Tudo o que faço é limpo e verdadeiro. Minha laia é oldschool. Prefiro jogar limpo, mesmo me fudendo.
E é bíblico: tudo o que está em oculto há de ser revelado.
A ironia da vida, com o tempo, mostra as figurinhas marcadas.
Não proponho vingancinha.
Mas na hora certa, a coisa certa acontece.
Eu não esqueço.
Não preciso de lista negra. Preciso do momento certo pra dizer: CHUPAAAAAAAAA.
Ah, e amanhã o filme também será exibido no Festival ABC do Som, em São Caetano do Sul.
